Autor: Pedro Paulo Vital

  • A história que é escrita nas arquibancadas

    Na Bariri a torcida do Olaria sempre faz a diferença.

    Ao longo de seus mais de cem anos de história, a torcida do Olaria vem escrevendo páginas de paixão nas arquibancadas, seja no alçapão ou fora dele. Conheça os coletivos de torcedores que ao longo do tempo vêm ecoando o nome do Olaria enquanto gritam, sofrem ou se alegram. São as torcidas do Olaria, incentivando o time bariri para chegar à tão almejada vitória. Vejam, ao longo do tempo, quais foram esses “décimos-segundos jogadores” do Olaria:

    Terceiro Time – Nos idos dos anos 1940 não existiam torcidas organizadas do modo como conhecemos hoje. Porém, os torcedores já se agrupavam para, em conjunto, torcer e incentivar o time das arquibancadas. Foi em 1948, quando o estádio do Olaria já havia ganho a fama de “alçapão”, que surgiu um grupo de torcedores do Olaria chamado “Terceiro Time”. O grupo era formado por cerca de 40 taxistas, que costumavam se encontrar na estação de Olaria para, dali, seguirem juntos até a Bariri em dias de jogos. Sabe-se que o líder do grupo era um cidadão muito forte, apelidado de “Meningite”. Um dos episódios mais notáveis envolvendo o Terceiro Time ocorreu quando Meningite, inconformado com uma marcação contra o Olaria, invadiu o campo, durante um jogo contra o Vasco. O árbitro era o inglês Mr. Barrik que, ao final da partida, teve que sair escoltado pela polícia e depois fugiu pela linha do trem. Estávamos no auge do alçapão…

    Índio Egídio no comando – Nas décadas de 1950 e 1960, o torcedor-símbolo do Olaria era o índio Egídio Queiroz, que seria a representação viva do mascote do clube. Egídio era o líder natural dos torcedores naquela época e conseguia arregimentar ao seu redor vários liderados. Brigão e com seu papagaio no ombro, era capaz de se meter em confusões em defesa do Olaria nas arquibancadas (e, às vezes, fora dela).

    O índio Egídio Queiroz: nos anos 1950 e 1960 ele foi o chefe da torcida do Olaria.

    A Turma da Pipoca – “Roberto Cavalo” era o líder da turma que se constituía em um bloco de carnaval e, ao mesmo tempo, torcida do Olaria. Era a Turma da Pipoca. Envergando a camisa olariense, eles levavam instrumentos, foguetes, bandeiras para os estádios e ficaram famosos por serem brigões. Mas Roberto Cavalo tinha uma grande retaguarda. Faziam parte de seu “staff” vultos como Albertinho, Cartinha, Zé da Merda, Mamão, dentre outras personalidades. Nelinho, o lateral-direito da seleção brasileira, também fazia parte dessa turma.

    Nos anos 1970, a Turma da Pipoca era a grande torcida organizada do Olaria.

    Turma da Bateria – Em 1983, José Carlos Ferreira, Edson Soleiro (Camarão) e Zé da Galera criaram uma torcida que ficou conhecida como “Turma da Bateria” e que comandou as arquibancadas na conquista do título da Segundona naquele ano.

    Torcida Jovem do Olaria (TJO) – Em 1998, José Fontes, o “Zé Maluco” e Bruno Soares, o “Feijão”, fundam a TJO, que teve como madrinha Marilene Farias (a Tia Lena). Foi Tia Lena que costurou a primeira faixa da TJO. Com o tempo, a torcida cresceu e hoje é a maior organizada do Olaria e, talvez, a maior entre todas dos clubes de menor investimento. A TJO possui um segmento de mulheres, a “Tribo Feminina”, com as guerreiras se fazendo presentes nos jogos no incentivo para a vitória. A TJO está presente em todos os jogos do Olaria, dentro ou fora da Bariri, e sua presença, especialmente quando o time joga em casa, é fator muito importante para a vitória do Olaria.

    A TJO em seu local tradicional no Alçapão da Bariri: atrás do gol à esquerda das cabines de rádio.

    Chicão do Megafone – Se no carnaval existe o “bloco do eu sozinho”, na torcida do Olaria também. Entre os anos 1990 e 2000, Francisco de Almeida Rodrigues, o Chicão do Megafone, era visto em todos os jogos do Olaria com seu equipamento acústico para incentivar o time, sempre com a camisa do Olaria e sua bandeira. “Olaria! Olaria! Olaria!” foram as palavras que marcaram o Chicão. Mas haviam outros gritos de ordem: “Vamos lá que o Olaria é raça!”, “Cada um com seu cada qual!” eram palavras de ordem do Chicão. E, para protestar contra a arbitragem o mantra era: “O que é isso juizão?” O canto que hoje ecoa na torcida do Olaria, foi criado por ele: “Olê, olê, olê, olá… Olaria!”

    Chicão do Megafone, torcedor-símbolo do Olaria nos anos 1990-2000, famoso pelo seu equipamento acústico e pelos seus bordões. Olaria ! Olaria! Olaria!

    Bravura Azul – Criada em 2009, por iniciativa de Victor Abreu e Raphael Belloti, a Bravura Azul foi a primeira torcida “barra brava” da história do Olaria. Caracterizava-se por ter o estilo das torcidas argentinas, cantando todo o tempo e incentivando o time durante os 90 minutos. Seguindo o estilo do hermanos, usavam trapos, pequenas bandeiras e chapéus.

    A Bravura Azul, com seus trapos, atrás do gol à direita das cabines de rádio.

    Império Olariense – Fundada em 2013 por Vitor Vital, Pedro Reis Vital, Douglas Atabe e Matheus Garcia, era muito vista nos estádios principalmente até 2015. Tinha como lema a frase “Movidos pela honra” . A torcida tinha muitas bandeiras e, em suas camisas, uma coroa dourada encimava o escudo do Olaria.

    A Império Olariense na social do Alçapão da Bariri.

  • 1954 – A volta ao Mundo em 30 jogos foi o Olaria que realizou!

    Em 1954, o Olaria realizava a sua primeira excursão internacional. Mas essa excursão entraria para a história por ter sido a primeira vez (e até hoje a única) em que um time de futebol dava uma volta ao mundo. Nunca nenhum clube brasileiro conseguiu igualar o feito do Olaria. Foram mais de três meses de excursão, com o time saindo do Brasil em 19 de março e só regressando em 8 de julho. Foram ao todo 30 jogos, em que o Olaria realizou partidas na Turquia, Líbano, Alemanha, Luxemburgo, Espanha, França, Inglaterra, Estados Unidos, Equador e Colômbia.

    Foi literalmente uma volta ao Mundo, pois o Olaria saiu do Rio de Janeiro em direção à Turquia, Líbano, depois Europa, América do Norte e América do Sul. Ou seja, o Olaria seguiu em direção à leste e retornou pelo oeste.

    Nessa excursão, o Olaria enfrentou as seguintes equipes: Fenerbach, Galatassaray, Besiktas e Adalet (Turquia), Atlético de Madrid, Celta de Vigo, Tenerife e Union Desportive (Espanha), Chelsea e West Ham (Inglaterra), Nimes, Racing de Estrasburgo e Troyes (França), Hessen, Waldof Mannheim, Schweinfurt e Rot Weiss (Alemanha), Independiente de Santa Fé (Colômbia), Emelec (Equador), além de um selecionado libanês e o selecionado de Nova Iorque.

    Com nessa excursão, o Olaria se tornou o primeiro clube brasileiro a enfrentar o Chelsea fora do Brasil, muito antes de Corínthians e Palmeiras. Foi também nessa excursão que o Olaria se tornou o primeiro clube brasileiro a jogar em Luxemburgo e no Líbano.

    Abaixo, o mapa que apresenta o roteiro da excursão da volta ao mundo do Olaria realizada em 1954. O Olaria saiu do Rio de Janeiro rumo à Turquia, depois, Líbano e vários países europeus e daí para os Estados Unidos, Colômbia e Equador, voltando pela Argentina. A volta ao mundo estava realizada.

    No gramado da Bariri, a delegação do Olaria com seu uniforme internacional antes do embarque para a Turquia em 1954. Em pé, da esquerda para a direita: J. Alves, Ananias, Jorge, Celso, Oswaldo, presidente Many Chrockatt de Sá, Renato, Rafael, Moacir, Olavo e Dodô. Agachados, na mesma ordem: massagista Zoé Medeiros, Garcia, Washington, Mário, Roberto, Gringo, Maxwell e Moreno.
    A delegação do Olaria chega em Istambul, na Turquia, primeira etapa da volta ao mundo em 1954.
    A equipe do Olaria em Mannheim, Alemanha, em 1954.
    Em Londres, a troca de flâmulas entre os capitães do Olaria, Moacir, e do West Ham, Allison, na excursão de 1954.
    No Líbano, o time do Olaria entra no gramado, na excursão de 1954.

    Adversários

    Abaixo, apresentamos os adversários do Olaria na excursão da volta ao mundo. Contra alguns deles, o Olaria chegou a jogar por mais de uma vez.

    Os detalhes sobre a excursão da volta ao mundo do Olaria em 1954 são relatados no livro A Volta ao Mundo em 30 Jogos, de Pedro Paulo Vital.

  • Conheça os símbolos oficiais do Olaria

    O Escudo: As primeiras cores do Olaria foram o preto e o branco e seu primeiro escudo consistia em um losango branco com as iniciais “O.F.C.” (Olaria Futebol Clube). Esse primeiro escudo vigorou até 1920, quando o clube mudou também sua denominação, passando a se chamar Olaria Atlético Clube, e cores, passando a ser azul e branco.

    A primeira bandeira do Olaria, com o primeiro escudo, que vigorou até 1920.

                O atual escudo data de 1920, quando o clube era presidido por Sílvio e Silva e, segundo a tradição, foi desenhado por um associado cujo apelido era “Gasolina”. Desconhece-se, porém, a real identidade desse pioneiro desenhista olariense. O escudo do Olaria, rico em detalhes, tem o fundo azul C300 na escala pantone, sendo sua linha de construção um retângulo com medida de 4 X 5 módulos e apresenta, em branco, as insígnias que representam os esportes passados e atuais praticados pelo clube: a raquete representa o tênis; o remo, a âncora e o timão representam a tradição náutica do clube, que existiu até 1930; no centro do escudo, a bola representa a razão de ser do Olaria: o futebol. No interior da bola, alguns traços simulam a costura da mesma, que ainda traz as iniciais “O.A.C.” (Olaria Atlético Clube).

    O atual escudo do Olaria. Representando os esportes atuais e passados praticados pelo clube, ele foi lançado em 1920. O escudo foi idealizado pelo presidente Sílvio e Silva e sua primeira versão foi desenhada pelo associado cujo apelido era “Gasolina”.

                A Bandeira: A bandeira do Olaria tem a mesma construção modular da bandeira nacional e é constituída de um retângulo azul C300 na escala pantone de 20 X 14 módulos. Dentro do retângulo insere-se um losango branco cujos vértices distam 1,7 módulos do retângulo, tendo as tiras do losango 0,25 módulos de espessura. No centro do losango, insere-se o escudo do Olaria, acima do qual aparece uma estrela de bronze, alusão à conquista do Campeonato Brasileiro – Taça de Bronze de 1981. A presença do losango na bandeira é uma referência ao formato do primeiro escudo, mantendo-se assim a tradição lançada pelos pioneiros olarienses que fundaram o clube em 1915.

    A bandeira oficial do Olaria: ela tem a mesma construção modular da bandeira nacional.

    O Hino: O hino oficial do Olaria, composto por Lamartine Babo, tem a seguinte letra:

                                        Olaria, teu esforço e tua glória estão crescendo dia a dia

                                        Olaria, tua pujança tua vida, envaidecem tua torcida

                                        Olaria, tua camisa azul e branca tem um “quê” de simpatia

                                        Realizando sonhos mil

                                        Tu serás o pioneiro dos esportes no Brasil.

                                        Clube da faixa azul celeste

                                        Tu vieste da Zona Norte

                                        Clube da faixa azul celeste

                                        És do esporte, pelo esporte.

                A primeira gravação do hino do Olaria foi no ano de 1950, em formato do antigo compacto simples, na voz do cantor Nuno Roland e a participação de Francisco Sergi e Sua Orquestra, pela gravadora Continental. A denominação original da composição é “Marcha do Olaria”.

    Lamartine Babo: o autor do Hino do Olaria.
    Nuno Roland: a voz da primeira gravação do Hino do Olaria, em 1950.

    Os Uniformes: Desde que se tornou azul em branco, em 1920, a camisa branca com a faixa azul é o uniforme número 1 do Olaria. A camisa azul com a faixa branca só começou a ser utilizada em 1950. O Estatuto do Olaria prevê, no entanto, alterações no uniforme para fins competitivos, desde que respeitado o escudo do clube. Foi exatamente nesse sentido que foram lançadas as camisas alusivas às participações do Olaria na Copa do Brasil de 2024 e 2025, cujas cores azuis não são na tonalidade oficial, mas o escudo está respeitado, o mesmo tendo ocorrido com outros modelos alternativos.

    Após o clube se tornar azul e branco, em 1920, a camisa branca de faixa azul passou a ser usada. Até 1950 ela era a única, sendo por isso a mais tradicional. Inspirou Lamartine Babo, quando compôs a letra do hino: “clube da faixa azul celeste…” O modelo acima foi lançado em 2015, em comemoração ao centenário do clube e ostenta a logomarca do centenário na parte superior.

    Modelo alternativo com o escudo acima da faixa azul.

    Modelo alternativo com a faixa azul, usado nos anos 1990.

    A camisa azul com a faixa branca começou a ser usada pelo time em 1950. Naquele ano, o Olaria realizou excelente campanha no campeonato carioca.

    Modelo alternativo, com o escudo acima da faixa branca. Esse modelo foi usado em 2019.

    A camisa listrada foi lançada em 1970 e marcou o grande time de 1971. Foi o modelo usado por Garrincha
    em 1972, entrando definitivamente para a história. Até hoje suas versões retrô são muito procuradas por torcedores.

    A camisa branca com o escudo fez história, por ter sido o modelo usado no último jogo da final da Taça de Bronze, contra o Santo Amaro.
    A camisa branca com o escudo fez história, pois foi o modelo usado pelo time no último jogo da final da Taça de Bronze, contra o Santo Amaro.

    Camisa quadriculada, lançada em 2010. Também chamada de “camisa croata”. Sua estreia foi no campeonato estadual daquele ano, no jogo contra o Botafogo.

    Camisa alusiva aos 40 anos de conquista da Taça da Bronze, lançada em 2021. Foi usada pela primeira vez no jogo contra o Nova Cidade, pelo estadual da série B1. Ostenta os nomes de todos os atletas, membros da comissão técnica e dirigentes envolvidos na maior conquista do futebol olariense.

    Modelo de terceiro uniforme lançado em 2023 com duas tonalidades de azul.
    Modelo de quarta camisa usado em 2023.

    Camisa alusiva à participação do clube na Copa do Brasil de 2024. Usada no jogo contra o São Bernardo.

    Modelo alternativo lançado em 2024, com diferentes tons de azul.

    Camisa lançada na participação da Copa do Brasil de 2025, Usada nos jogos contra o ABC e Brusque.

    Modelo lançado em 2025, usado pela primeira vez no jogo contra o Petrópolis, pelo Campeonato Estadual da Série A2.
    Modelo branco lançado em 2025, com a faixa em dois tons de azul.
    Modelo lançado em 2025, com diferentes tons de azul.

  • Conheça todos os técnicos do Olaria, desde 1931

    A presente lista abrange todos os técnicos do Olaria na era do futebol profissional, oficialmente iniciada em 1933. No entanto, começamos a relação a partir de 1931, ano em que o Olaria se sagrou campeão invicto da segunda divisão da AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Atléticos), ascendendo pela primeira vez em sua história à primeira divisão.

    1931 – Gilberto Pinto.

    1932 – Rachid Bunahum.

    1933 – Mário Dias de Andrade.

    1934 – José Machado.

    1935 – Gentil Alves Cardoso.

    1936 – João Pinto.

    1937 – Aggeu da Silva.

    1938-1946 – O Olaria, afastado injustamente da nova liga (a Liga Carioca de Futebol) após a pacificação do futebol carioca em 1937, não disputou a categoria de profissionais entre 1938 e 1946.

    1947 – Aymoré Moreira, Manuel da Silva Alves (Neco) e José Rodrigues Marcelino.

    1948 – Manuel da Silva Alves (Neco), Gentil Cardoso e Aymoré Moreira.

    1949 – Aymoré Moreira, Aroldo Batista e Gentil Cardoso.

    1950 – Domingos da Guia.

    1951 – Abel Picabea Alero e Jair Boaventura.

    1952 – Délio Neves.

    1953 – Valter Peixoto, Neco, Gentil Cardoso, Domingos da Guia e Jair Boaventura.

    1954 – Délio Neves.

    1955 – Jair Boaventura.

    1956 – Jair Boaventura.

    1957 – Valter Goulart (Santo Cristo).

    1958 – Jair Boaventura e Délio Neves.

    1959 – Ademir Menezes.

    1960 – Délio Neves e Daniel Pinto.

    1961 – Jorge Vieira.

    1962 – Davi Ferreira (Duque).

    1963 – Davi Ferreira (Duque).

    1964 – Jorge Vieira.

    1965 – Davi Ferreira (Duque).

    1966 – Daniel Pinto.

    1967 – Daniel Pinto e Paulo de Almeida Ribeiro (Paulinho de Almeida).

    1968 – Carlos José Castilho.

    1969 – Amaro Viana Barbosa.

    1970 – Paulo de Almeida Ribeiro (Paulinho de Almeida).

    1971 – Jair Rosa Pinto.

    1972 – Jorge Ferreira e Roberto Pinto.

    1973 – Roberto Pinto e Jair Rosa Pinto.

    1974 – Amaro Viana Barbosa, Paulo Baltar e Paulo de Almeida Ribeiro (Paulinho de Almeida).

    1975 – Américo Faria e Daniel Pinto.

    1976 – Américo Faria.

    1977 – Jorge Ferreira.

    1978 – Carlos Alberto da Luz.

    1979 – Carlos Alberto da Luz.

    1980 – Antônio Lopes e Paulo Azeredo.

    1981 – Davi Ferreira (Duque) e Renê Simões.

    1982 – Américo Faria e Alcir Portela.

    1983 – Alcir Portela.

    1984 – José Antunes Coimbra (Antunes) e Roberto Pinto.

    1985 – Alcir Portela

    1986 – Humberto Redes.

    1987 – Silas Gonçalves de Oliveira.

    1988 – Heron Ricardo Ferreira.

    1989 – Moisés Mathias de Andrade e Antônio José Fernandes Barroso (Toninho Barroso).

    1990 – Antônio José Fernandes Barroso (Toninho Barroso).

    1991 – Joel Pinheiro.

    1992 – Heron Ricardo Ferreira.

    1993 – Heron Ricardo Ferreira.

    1994 – José Claudinei Giorgini (Valinhos).

    1995 – José Antônio Rabelo de Andrade (Toninho Andrade) e Nilson Gonçalves.

    1996 – José Antônio Rabelo de Andrade (Toninho Andrade).

    1997 – Israel Venâncio Ferreira.

    1998 – Ricardo Flores Barreto Vasconcellos (Ricardo Barreto).

    1999 – José Antônio Rabelo de Andrade (Toninho Andrade).

    2000 – José Antônio Rabelo de Andrade (Toninho Andrade).

    2001 – Mário Marques Coelho.

    2002 – Marcelo Cabo, José Antônio Rabelo de Andrade (Toninho Andrade) e Sérgio Cosme Cupello Braga (Sérgio Cosme).

    2003 – Sérgio Cosme Cupello Braga (Sérgio Cosme).

    2004 – Antônio Lopes dos Santos Júnior e Denson Celço Costa Melo (Deninho).

    2005 – Artur dos Santos Lima (Arturzinho) e Mílton Queiroz da Paixão (Tita).

    2006 – Artur dos Santos Lima (Arturzinho).

    2007 – Flávio Annunziata, Dário Lourenço e José Antônio Rabelo de Andrade (Toninho Andrade).

    2008 – José Antônio Rabelo de Andrade (Toninho Andrade).

    2009 – Amílton da Silva Oliveira.

    2010 – Domingos Elias Alves Pedra (Dé).

    2011 – Cleimar Carvalho Rocha.

    2012 – Amílton da Silva Oliveira.

    2013 – Francisco Assis da Silva Júnior (Chiquinho de Assis) e Luiz Antônio Ferreira.

    2014 – Cleimar Carvalho Rocha.

    2015 – Ronald dos Santos Cabral, Antônio Carlos Mendes de Souza (Roy) e Luciano Silva (Ligeirinho).

    2016 – Luciano Silva (Ligeirinho) e Fernando Santos.

    2017 – Fernando Santos.

    2018 – Fernando Santos e Ademir Fonseca.

    2019 – Israel Venâncio Ferreira.

    2020 – Jairo Francisco e Fernando Santos.

    2021 – Paulo José da Silva Olivério (Palinha).

    2022 – Paulo José da Silva Olivério (Palinha).

    2023 – Paulo José da Silva Olivério (Palinha) e Wendel Costa.

    2024 – Edson Santana de Souza.

    2025 – Marcus Alexandre de Oliveira Cravo.

    Rachid Bunahum, o técnico do Olaria em 1932, primeiro ano em que o clube disputou a primeira divisão.
    Aymoré Moreira: O técnico que comandou a seleção brasileira bicampeã da Copa no Chile, em 1962, começou sua carreira de treinador no Olaria, em 1947.
    Neco, o técnico que comandou a equipe do Olaria no primeiro ano do alçapão (1947), com o time realizando uma grande campanha naquele ano e sendo apelidado de “O Fantasma Bariri”.
    Gentil Cardoso em 1949, quando era técnico do Olaria.

    Domingos da Guia, o técnico que comandou o Olaria no primeiro campeonato carioca da Era Maracanã, em 1950, quando o Olaria realizou ótima campanha e chegou em quinto lugar, à frente de Flamengo e Fluminense. Domingos da Guia era apelidado de “Cacique”.
    Jair Boaventura: ntre 1951 e 1958, ocupou por diversas vezes o cargo de treinador do Olaria. Além de ótimo profissional, também era um grande olariense.

    Délio Neves foi o técnico da equipe que deu a volta ao mundo em 1954 e também comandou o Olaria na conquista do Torneio Início de 1960, que fez do Olaria o primeiro campeão do recém-criado Estado da Guanabara.

    Jorge Vieira comandou a equipe do Olaria em 1961, trabalho fundamental na formação do time que seria a sensação do campeonato no ano seguinte. Seu auxiliar era Duque, que no ano seguinte assumiu o comando do time.
    O ex-goleiro Castilho, que iniciou sua carreira no Olaria, comandou a equipe profissional em 1968.
    Jair Rosa Pinto. o “Jajá de Barra Mansa, como era conhecido, foi o técnico do grande time do Olaria de 1971, que chegou em terceiro lugar no Campeonato Carioca daquele ano. Também foi o técnico do Olaria na primeira participação do clube no Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão, em 1973.
    Antônio Lopes: lançado como técnico no Olaria, comandou a equipe bariri em 1980, conquistando todos os títulos que disputou naquele ano: o Torneio de Acesso à primeira divisão, o Torneio Incentivo Ary Magalhães e a Taça Alfredo Curvelo. Antônio Lopes formou a equipe que seria a base para a conquista do Campeonato Brasileiro da Taça de Bronze no ano seguinte.
    Duque: o técnico campeão brasileiro da Taça de Bronze em 1981, também comandou o grande time de 1962 e o time que disputou o Torneio Rio-São Paulo em 1963.

    Alcir Portela entrou para a história do Olaria por ter comandado o time campeão estadual da segunda divisão de 1983.

    SÉRGIO COSME – Comandou a equipe na disputa da série C do Brasileiro de 2002, mantendo o time invicto na competição e sendo eliminado, nos pênaltis, na semifinal.

    Sérgio Cosme: Técnico que dirigiu o time que chegou á semifinal da série C do Brasileiro em 2002.
    Tita dirigiu a equipe do Olaria que disputou a Copa Record em 2005, sendo o time bariri vice-campeão depois de perder o título para o Flamengo nos pênaltis.
    Amílton Oliveira comandou a equipe do Olaria de 2009, que chegou ao vice-campeonato estadual da segunda divisão e conquistou o acesso para a primeira divisão.
    Dé, o “aranha”, dirigiu o time do Olaria em 2010. Além de fazer ótima campanha no estadual daquele ano, a equipe comandada por Dé ainda conquistou o Troféu Moisés Mathias de Andrade.
    Cleimar Rocha foi o técnico da grande campanha do Olaria em 2011, quando o time bariri chegou à semifinal da Taça Rio, além de ter sido campeão do Troféu Washington Rodrigues.
    Palinha dirigiu o Olaria por três anos, período em que comandou a equipe nas conquistas dos títulos de Campeão Estadual da série B1 em 2021 e da Taça Corcovado em 2022.
    Edson Souza: técnico do Olaria em 2024, chegou a duas finais e classificou o time para a Copa do Brasil.

  • Seja bem-vindo ao Olaria Eterno!

    Este é um espaço feito com carinho, memória e paixão e destinado a todos aqueles que têm o Olaria Atlético Clube no coração. Aqui, a história ganha vida — desde os primeiros chutes na Rua Filomena Nunes, onde o clube foi fundado, passando pelo Estádio da Rua Bariri, onde ficou famoso, até os momentos inesquecíveis que marcaram gerações.

    No Olaria Eterno, nosso objetivo é preservar e celebrar a trajetória e a memória deste clube tradicional do subúrbio carioca. Vamos relembrar grandes jogos, ídolos que vestiram com orgulho a camisa azul e branca e episódios que mostram por que o Olaria é muito mais do que um clube e do que um time: é parte da identidade de um bairro e de sua gente.

    Você é nosso convidado para mergulhar nessa jornada e, claro, compartilhar suas lembranças, histórias e paixões. Afinal, um clube só é eterno porque sua torcida também é.

    Sinta-se em casa. A nossa história e a nossa memória jamais se apagarão! O Olaria vive aqui!

  • O índio-mascote do Olaria existiu e era um fervoroso torcedor bariri…

    Egídio Novaes Queiroz era um torcedor do Olaria que brigava pelo clube e que costumava andar pela sede da Rua Bariri com um papagaio no ombro. De origem indígena, ele se tornou sócio do clube, e durante os anos 1950 e 1960 era considerado o chefe dos torcedores bariris. Ele se tornou muito conhecido dentro e fora do Olaria e passou a identificar o próprio clube. Sim, o Olaria ficou conhecido como o clube do índio e por causa dele o índio passou a ser o mascote do Olaria.

    Há um detalhe, no entanto, que deve ser observado. Muitos outros clubes pelo Brasil afora também adotam um índio como mascote. Mas, ao contrário dos demais clubes brasileiros, em que seus índios-mascotes representam uma etnia específica, o índio-mascote do Olaria não representa uma etnia determinada. Representa o povo indígena em geral, independente da etnia.

    Assim, o nosso índio Egídio representa o Olaria e sua resistência e todos os povos originários do Brasil, infelizmente em extinção desde 1500.

    Egídio Queiroz, o índio do Olaria. Por causa dele, o índio se tornou o mascote do clube.

  • As principais conquistas do Olaria

    A Taça de Bronze: principal conquista da história do Olaria (1981).

    1919 – Campeão pela Associação Carioca de Esportes Atléticos (Obs.: nessa ocasião, o nome do clube era “Olaria Futebol Clube” e esse é o troféu mais antigo da galeria olariense).

    1920 – Campeão pela Associação Carioca de Esportes Atléticos.

    1921 – Campeão do Torneio Início da Liga Suburbana.

    1931 – Campeão do Torneio Início da Segunda Divisão (AMEA).

    1931 – Campeão Invicto da Segunda Divisão (AMEA), conquista que levou pela primeira vez o Olaria para a primeira divisão.

    1960 – Campeão do Torneio Início, conquista que fez do Olaria o primeiro campeão do Estado da Guanabara.

    1968 – Campeão do Troféu Almir Gonçalves Salime.

    1968 – Campeão do Troféu Fernando Rufino.

    1977 – Campeão do Torneio Integração.

    1980 – Campeão do Torneio Seletivo para a primeira divisão.

    1980 – Campeão do Torneio Incentivo Ary Magalhães.

    1980 – Campeão da Taça Alfredo Curvelo.

    1981 – Campeão Brasileiro da Taça de Bronze, a série C do futebol brasileiro. O Olaria, com essa conquista, foi o primeiro Campeão Brasileiro da Série C.

    1983 – Campeão Estadual da Segunda Divisão do Rio de Janeiro.

    2010 – Campeão do Troféu Moisés Mathias de Andrade.

    2011 – Campeão do Troféu Washington Rodrigues.

    2021 – Campeão Estadual da Série B-1 do Rio de Janeiro.

    2022 – Campeão da Taça Corcovado.

    O capitão Mauro, no estádio do Arruda, ergue a Taça de Bronze, vendo-se ainda o presidente Edmundo dos Santos Cigarro.
    No Maracanã, o capitão Sérgio com a Taça de campeão do Torneio Início de 1960, vendo-se ainda o presidente da CBD, João Havelange, que entregou a taça, e o presidente José de Albuquerque.
    1968: Na Rua Bariri Otávio Pinto Guimarães entrega ao capitão Mafra o troféu de campeão do Torneio Almir Salime.
    Mafra ergue o Troféu Almir Salime na Rua Bariri.
    Na Rua Bariri, o capitão Mauro recebe o troféu de campeão da Taça Antônio Jovino Pavan de 1977, vendo-se ainda o presidente da FERJ, Otávio Pinto Guimarães, e o presidente Edmundo dos Santos Cigarro.
    Na Rua Bariri, o capitão Adriano recebe a taça de campeão estadual da segunda divisão de 1983 do presidente da FERJ, Otávio Pinto Guimarães.
    No gramado da Bariri, o vice de futebol Carlos Imperial, o presidente Edmundo dos Santos e o diretor Carlos Alberto Galvão no amistoso da entrega das faixas de campeão do Torneio Incentivo de 1980. O amistoso foi contra o Vasco e terminou empatado em 0 a 0.
    No estádio de Los Larios, o capitão David e demais jogadores, com a taça de campeão do Troféu Moisés Mathias de Andrade de 2010.
    No gramado do Engenhão, o capitão David com a taça de campeão do troféu Washington Rodrigues de 2011, vendo-se ainda o benemérito José Luiz Moreira, o presidente Heitor Belini e o jornalista Washington Rodrigues.
    No Estádio do Trabalhador, em Resende, a festa dos jogadores com a conquista do título de campeão estadual da série B1 de 2021, vendo-se ainda o presidente Lenivaldo Gomes da Silva.
    No estádio Elcyr Resende, em Bacaxá, a festa dos jogadores e do técnico Palinha com a conquista da Taça Corcovado de 2022.

  • E tudo começou das peladas de futebol…

    No dia 1º de julho de 1915, uma quinta-feira, quem abrisse os jornais logo perceberia que o noticiário tinha como manchete a Grande Guerra, que havia começado um ano antes. Em relação ao Brasil, então governado por Wenceslau Braz, uma das notícias que se destacavam era a apresentação do orçamento ao Congresso. Longe de todos os holofotes midiáticos da época, e também em um ato de ousadia, visto que a elite ainda queria monopolizar a prática do futebol, um grupo de rapazes que moravam na Rua Filomena Nunes, em Olaria, decide fundar um clube de futebol naquele subúrbio leopoldinense. Então, naquela longínqua noite de quinta-feira, o capitão Alfredo de Oliveira abriu as portas de sua casa, na Rua Filomena Nunes, 202 (hoje 796) para que fosse realizada a reunião que consumaria a criação da agremiação. Um dos presentes na histórica reunião na casa do capitão foi Sylzed José de Sant’anna. Em uma entrevista décadas depois desse histórico dia, ele sintetizou o resultado da reunião:

    Num terreno que dava fundos para a casa do Hermogêneo, fincamos duas balizas e começamos a lutar com o Bonsucesso.”

    Estava fundado o Olaria Futebol Clube. O Hermogêneo ao qual Sylzed se refere era Hermogêneo Vasconcellos, um dos fundadores e primeiro presidente do clube. Praticar o futebol, criar um clube que ostentasse o nome do bairro… Sim, mas não apenas. O primeiro rival do Olaria já existia desde 1913 e, nos primeiros tempos, o Olaria disputaria com o Bonsucesso a supremacia do futebol leopoldinense. Por isso, Sylzed não podia deixar de mencioná-lo.

    Sylzed Sant’Anna: presidente do clube em 1944, ele participou da fundação do Olaria em 1915.

    Além do capitão anfitrião, do Sylzed Sant’Anna e do Hermogêneo Vasconcellos, estavam na reunião de fundação: Carolino Martins Arantes, Alfredo de Oliveira, Agostinho Rodrigues dos Santos, Isaac de Oliveira, Gumercindo Roma, dentre outros, que assinaram a Ata de Fundação. Pelo documento, o clube seria denominado Olaria Futebol Clube. Suas primeiras cores foram o preto e branco, sendo seu primeiro escudo constituído de um losango preto, com as iniciais “O.F.C” também em preto. Essa denominação foi mantida até 1920, quando o nome foi alterado para Olaria Atlético Clube e as cores mudadas para o azul e branco. Foi também nesse ano que criou-se o atual escudo, rico em detalhes e ostentando as insígnias que representam os esportes passados e atuais praticados. O novo nome e o novo escudo já expressavam a realidade poliesportiva do clube que nasceu do futebol e que, até 1930, também praticaria o remo, disputando regatas na antiga Praia de Maria Angu, que desapareceria com a construção da Avenida Brasil, a maior via expressa da cidade.

    Presidente Sílvio e Silva: em sua gestão, em 1920, o atual escudo foi concebido e desenhado.
    Agostinho Rodrigues dos Santos, um dos fundadores do Olaria, em foto de 1940.

    Em 1931 o Olaria ascendeu, pela primeira vez em sua história, à primeira divisão do futebol do Rio de Janeiro, quando sagrou-se campeão invicto do Campeonato da Segunda Divisão da AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Atléticos). Foi certamente a competição mais difícil da história do Olaria, pois eram 16 os participantes e só o campeão conquistaria o acesso. Após 30 jogos, o Olaria, de forma invicta, conquistou o título e a vaga na elite.

    Em 1933, o Olaria alcançou sua melhor classificação em um estadual, quando foi vice-campeão. Em 6 de abril de 1947 inaugurou seu estádio na Rua Bariri, que logo depois viria a ser conhecido como “alçapão”. O primeiro jogo no estádio foi entre Fluminense e Vasco, com o fluminense vencendo pelo placar de 5 a 4.

    Álvaro da Costa Mello: patrono do clube,foi durante a sua gestão como presidente, em 1947, que o estádio da Bariri foi construído e inaugurado.

    Em 1950, primeiro campeonato carioca da Era Maracanã, foi o quinto colocado, chegando à frente da dupla Fla-Flu. O time foi comandado por Domingos da Guia. Em 1960 conquista o Torneio Início, sagrando-se o primeiro campeão do Estado da Guanabara.

    Em 1962, o Olaria montou um dos melhores times de sua história, que ficou conhecido como “Espantalho da Bariri” e a bela campanha daquele ano levou o Olaria a disputar o Torneio Rio-São Paulo em 1963. Em 1971, o Olaria realiza uma das melhores campanhas de sua história no Campeonato Carioca, quando chegou em terceiro lugar e brigando até as últimas rodadas pelo título. Mas nesse mesmo ano o clube sofreria um dos maiores golpes de sua história quando, mesmo tendo colocação técnica e arrecadação (exigência da então CBD), foi excluído do Campeonato Brasileiro de 1972. Em 1973 e 1974, certamente com a consciência pesada pela injustiça que havia cometido, a CBD finalmente convida o Olaria para o Brasileirão.

    Em 1981 o Olaria conquista o seu maior título: a Taça de Bronze, que foi o primeiro campeonato brasileiro da série C, vencendo o Santo Amaro, de Pernambuco, na final.

    Em 2024 o Olaria participa pela primeira vez da Copa do Brasil e em 2025, novamente chega à competição nacional.

  • Olaria, campeão do Brasil: a Taça de Bronze

    A capa do Jornal dos Sports de 2 de maio de 1981.

    Poucos são os clubes brasileiros de futebol que podem dizer que já foram campeões do Brasil. E o Olaria, dede o dia 1º de maio de 1981, é um deles. A Taça de Bronze foi o primeiro campeonato brasileiro da série C. Até 1980, o futebol brasileiro só tinha duas divisões, quando então, em 1981 a CBF instituiu a série C, que naquele ano foi denominada Taça de Bronze. E o Olaria foi o campeão e, portanto, o primeiro campeão brasileiro da série C.

    A Campanha

    Colatina 1 X 3 Olaria – Gols de Lulinha, Chiquinho e Nunes para o Olaria.

    Olaria 1 X 1 Colatina – Gol de Serginho para o Olaria.

    Olaria 2 X 0 Paranavaí – Gols de Zeíca e Chiquinho para o Olaria.

    Paranavaí 0 X 1 Olaria – Gol de Zeíca para o Olaria.

    São Borja 2 X 0 Olaria.

    Olaria 2 X 0 Dom Bosco – Gols de Leandro e Sérgio Luis para o Olaria.

    Olaria 1 X 0 São Borja – Gol de Zeíca para o Olaria.

    Dom Bosco 1 X 0 Olaria.

    Olaria 4 X 0 Santo Amaro (primeiro jogo da final) – Gols de Chiquinho, Zeíca e Leandro (2) para o Olaria.

    Santo Amaro 1 X 0 Olaria (segundo jogo da final).

    Flagrante do primeiro jogo da final, contra o Santo Amaro, no antigo campo do Botafogo em Marechal Hermes, em 25 de abril de 1981, quando o Olaria goleou por 4 a 0.
    A manchete do Jornal dos Sports após a goleada do Olaria no primeiro jogo da final.

    No Estádio do Arruda, o governador de Pernambuco, Marco Maciel, entrega a taça de Campeão Brasileiro da Taça de Bronze ao capitão Mauro. À esquerda, o presidente Edmundo dos Santos Cigarro.
    O capitão Mauro, no estádio do Arruda, ergue a Taça de Bronze, vendo-se ainda o presidente Edmundo dos Santos Cigarro.
    No gramado do Arruda, jogadores e o preparador físico e auxiliar técnico Toninho Barroso com a Taça de Bronze e as medalhas de campeão.
    A chegada da delegação olariense no aeroporto do Galeão e a festa dos torcedores. Foto: Jornal dos Sports.
    O jornal Diário de Pernambuco deu destaque à grande conquista olariense.
    No aeroporto do Galeão, o técnico Duque e o presidente Edmundo Cigarro com a taça, além de beneméritos e torcedores. Foto: Jornal dos Sports.
    No aeroporto do Galeão, o então torcedor número1 Alcides Miranda, o Cidinho, com os jogadores Aurê e Paulo Ramos.
    Na Rua Bariri, atletas e comissão técnica coma Taça de Bronze, vendo-se ainda o patrono Álvaro da Costa Mello. Ao fundo, a Igreja da Penha. Foto: Revista Placar.
    Na Rua Bariri, o técnico Duque ergue a Taça de Bronze. foto: Revista Placar.
    Na Rua Bariri, a festa da entrega das faixas de campeão da Taça de Bronze. Da esquerda para a direita: Waldyr Vital (vice-presidente de futebo|), Itagoré (ex-goleiro dos anos 1950), Antônio Ribeiro, Álvaro Augusto (benemérito), Alcemar Calvo (vice-presidente administrativo) e Estrada.
    A faixa de campeão e o modelo de camisa usado pelo time no jogo final, em Recife.

    Livro comemorativo

    Em 2013 foi lançado, pela Oficina Raquel, o livro que conta todos os detalhes da grande conquista. De autoria de Marcelo Paes, sócio honorário do clube, o lançamento do livro, na sede da Rua Bariri, contou com a presença de atletas e do treinador Duque.

    Em 2013 foi lançado o livro de autoria de Marcelo Paes, que conta os detalhes da grande conquista. A publicação é da Oficina Raquel.

    Camisa Comemorativa

    Em 2021 o clube lançou a camisa comemorativa alusiva aos 40 anos da conquista da Taça de Bronze. A camisa, idealizada pelo designer Marcelo Paes, escritor e sócio honorário do clube, é azul, com a faixa branca formada pelos nomes de todos os atletas, comissão técnica e dirigentes envolvidos na grande conquista. Acima de todos os nomes, a famosa frase do técnico Duque: “Fomos heróis”. Naquela temporada de 2021, o Olaria atuou em vários jogos com a camisa e ela deu sorte: o Olaria foi campeão estadual da série B1, ascendendo para a série A2.

    A camisa comemorativa dos 40 anos da Taça de Bronze, lançada em 2021.