Autor: Pedro Paulo Vital

  • AFONSINHO NA CALÇADA DA FAMA: ELES JÁ ASSINARAM. ASSINE VOCÊ TAMBÉM!

    A campanha para levar Afonsinho (o herói do passe livre e ídolo de todas as torcidas) para a Calçada da Fama do Maracanã é supraclubística e transcende a esfera do futebol. O abaixo-assinado vem recebendo adesões não apenas do meio esportivo, como também do meio artístico, cultural e acadêmico, o que mostra a importância e o amplo escopo de influência deste que foi um grande ídolo do futebol brasileiro, dentro e fora de campo.

    Abaixo, divulgamos algumas das personalidades que já aderiram à campanha:

    Carla Camurati – cineasta, atriz e produtora cultural.

    Bete Mendes – atriz e ex-deputada federal.

    Nilson Moraes – sociólogo e professor emérito da UNIRIO.

    Sérgio Frias – benemérito do Club de Regatas Vasco da Gama.

    Edson Souza – ex-jogador profissional do Fluminense e técnico do Olaria.

    Tereza Borba – filha do goleiro Barbosa.

    Heitor Belini Pereira Quintela – grande benemérito e ex-presidente do Olaria Atlético Clube.

    Lenivaldo Gomes da Silva – grande benemérito e ex-presidente do Olaria Atlético Clube.

    Otávio Velho – antropólogo e professor emérito da UFRJ.

    Maria Lúcia Zylbersztajn de Abreu Dias Pires – atriz, apresentadora e jornalista.

    Tizuko Miyagui – professor de Medicina da UFF.

    Theodor Lowenkron – professor de Psiquiatria da UFRJ.

    Áurea Lowenkron – psicanalista e professora da UFRJ.

    Luiz Pedro San Gil Jutuca – ex-reitor da UNIRIO.

    José Sérgio Leite Lopes – professor de antropologia da UFRJ.

    Regina Tirello – arquiteta e professora da UNICAMP.

    Guido Palmeira – médico sanitarista e professor aposentado da FIOCRUZ.

    Valéria Moreyra – bailarina, professora de dança e diretora da Escola de Dança Valéria Moreyra.

    Carlos Eduardo Guimarães Campos – poeta e escritor.

    Alexandre de la Peña – músico, cantor e compositor.

    Armindo Lajas – diretor do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (SEPE/RJ).

    Henrique Jordão – ex-diretor do Botafogo de Futebol e Regatas.

    Bruno Filippo – jornalista, sociólogo e escritor.

    Maria Júlia Kovács – professora do Instituto de Psicologia da USP, escritora.

    Maria Luisa Sandoval Schmidt – professora do Instituto de Psicologia da USP, escritora.

    Sinai Sganzerla – roteirista, produtora e diretora de cinema.

    Manoel Lourenço Renha Neto – ex-diretor das categorias de base de futebol do Botafogo de Futebol e Regatas.

    Sérgio Bloch  – roteirista, diretor e produtor de cinema.

    Selma Kerdman Bloch – artista plástica e educadora.

    Marta Simões Peres – professora da Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ, pesquisadora e artista.

    Elias Fajardo – jornalista, escritor e roteirista.

    Rita Mota – diretora do Sindicato dos Bancários do Município do Rio de Janeiro.

    Paulo Luna – historiador, escritor, poeta e pesquisador.

    Letícia Chahaira – escritora, Coordenadora de Promoção do Registro Civil de Nascimento do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

    Luiz Otávio Rendeiro Corrêa Braga – violonista, compositor e arranjador.

    Ana Espinosa – médica pediatra.

    Faça como eles e assine você também. Clique no link abaixo, assine e ajude a colocar o Afonsinho na Calçada da Fama do Maracanã.

  • ASSINE! – AFONSINHO NA CALÇADA DA FAMA

    Prezados olarienses, leitores e seguidores: O site Olaria Eterno iniciou a campanha para eternizarmos nosso ídolo Afonsinho na Calçada da Fama do Maracanã. Para isso, precisamos de seu apoio. Assine a nossa petição e compartilhe-a ao máximo. Vamos levar o grande ídolo olariense que entrou para a história do Brasil para ser eternizado na Calçada da Fama. Entremos em campo! Acesse e assine pelo link abaixo:

  • APOIE O OLARIA ETERNO

    Ajude a Manter Viva a História do Gigante da Bariri!

    Caros torcedores, leitores e simpatizantes do Olaria:

    O site Olaria Eterno nasceu de uma paixão genuína: o amor pelo nosso Olaria Atlético Clube. Nosso único e absoluto objetivo é resgatar, preservar e divulgar a rica história do Olaria, garantindo que as memórias das nossas glórias, craques e torcida jamais se apaguem.

    Para mantermos esse compromisso com a máxima qualidade e independência, escolhemos um caminho claro: o Olaria Eterno não visa lucros, não possui anúncios, não tem patrocinadores e não é monetizado. Queremos que sua experiência aqui seja limpa, focada apenas no que importa: a história do nosso clube.

    No entanto, manter um projeto desse tamanho no ar gera custos reais. Para continuar funcionando, o site precisa cobrir despesas fixas com:

    • Hospedagem e domínio do site: O “aluguel” do espaço na internet para manter todas as nossas fotos, textos, vídeos e arquivos seguros e acessíveis 24 horas por dia;
    • Impulsionamento em mídias sociais: Pequenos investimentos em chamadas nas redes sociais para que a história do Olaria chegue ao maior número possível de pessoas;
    • Confecção de material físico para divulgação do site.

    Como o projeto é mantido de forma totalmente voluntária, toda ajuda faz uma diferença enorme.

    Se você valoriza esse trabalho de resgate histórico do Olaria e quer nos ajudar a cobrir esses custos operacionais, considere fazer uma contribuição de qualquer valor.

    🎯 Como apoiar:

    • Chave PIX: 21 99881 0818Banco Itaú. Na tela de validação aparecerá o nome de Pedro Paulo Vital do Nascimento.
    • Qualquer valor é bem-vindo e será integralmente revertido para a manutenção e divulgação do site.

    Se não puder ajudar financeiramente, não tem problema! Você também nos apoia muito compartilhando nossos conteúdos e enviando sugestões, fotos antigas ou histórias que merecem ser contadas para o seguinte e-mail:

    pedropvnascimento@yahoo.com

    O Olaria é gigante, e a sua história merece ser eterna. Vamos juntos?

    Olaria ontem, hoje e sempre! 💙🤍

  • #AfonsinhoNaCalçadaDaFama

    Para aderir à campanha, clique no link abaixo:

    Afonsinho, o herói do passe livre, em 1971, no gramado do Maracanã, quando atuava pelo Olaria e foi eleito o melhor jogador de sua posição no Campeonato Carioca. #AfonsinhoNaCalçadaDaFama.

    #AfonsinhoNaCalçadaDaFama é a campanha que o site Olaria Eterno está lançando para que Afonso Celso Garcia Reis, o Afonsinho, seja eternizado na Calçada da Fama do Maracanã. Afonsinho foi um dos maiores gênios do futebol brasileiro, um meio-campista de classe e que também era engajado na luta pelos direitos dos atletas. Muito antes da Lei Pelé, Afonsinho foi o primeiro jogador a conseguir o passe livre na Justiça do Trabalho, enfrentando inclusive a ditadura militar.

    Dentro de campo, os olarienses se orgulham de sua passagem pelo clube bariri na década de 70, especialmente em 1971, quando foi eleito o melhor jogador de sua posição no Capeonato Carioca daquele ano. Mas Afonsinho também brilhou no XV de Jaú, Botafogo, Vasco da Gama, Santos, Flamengo, América Mineiro e Fluminense.

    Afonsinho, um craque dentro e fora da campo, entrou não apenas para a história do futebol, mas para a história do Brasil. Quando jogador, além das belas atuações no gramado do Maracanã, também atuava fora dos campos, conscientizando os atletas sobre seus direitos e, pela sua atividade política, chegou a ser monitorado pelos órgãos de repressão da ditadura.

    Pelo que significou na história brasileira, Afonsinho é orgulho não apenas dos torcedores dos clubes pelos quais atuou, mas de todos os torcedores brasileiros. E o Maracanã foi um dos palcos em que Afonsinho exibiu o seu belo futebol. Assim, por tudo o que representou no futebol e na história brasileira, é justíssimo que nosso “prezado amigo Afonsinho”, o herói do passe livre, seja eternizado na Calçada da Fama do Maracanã, um dos templos sagrados do futebol mundial. Portanto, abracemos essa ideia: #AfonsinhoNaCalçadaDaFama.

    Para aderir à campanha, clique no link abaixo:

  • PARABÉNS OLARIA! 111 ANOS!

    Hoje, dia 1º de Julho, o Olaria Atlético Clube completa 111 anos de existência. É dia de orgulho para seus sócios e torcedores, e dia de reverenciar a memória dos pioneiros olarienses que, naquela longínqua quinta-feira do ano de 1915, na casa do capitão Alfredo de Oliveira, na Rua Filomena Nunes, lançaram as sementes do que hoje é o “Gigante da Leopoldina”.

    Em sua trajetória mais do que centenária o Olaria prestou e continua prestando relevantes serviços ao esporte brasileiro, formando atletas e revelando grandes talentos e, ao longo de sua história, se tornou referência na região da Leopoldina. Parabéns Olaria!

    No link abaixo, confira detalhes sobre a fundação e a evolução histórica do Olaria:

  • AS CRIAS DA BARIRI PARA AS COPAS DO MUNDO

    Em tempos de Copa do Mundo, lembremos que o Olaria, ao longo de sua história, lançou atletas e treinadores que, saindo da Rua Bariri, alcançaram o auge de suas carreiras chegando à Copa do Mundo e sendo campeões.

    Comecemos por Castilho, o lendário goleiro de quatro copas (1950, 1954, 1958 e 1962). Castilho começou sua carreira de jogador no Olaria em 1945, inicialmente como ponta-esquerda e logo depois como goleiro. Cinco anos depois de ter começado no Olaria, e já como goleiro do Fluminense, ele foi convocado para a Copa de 1950. E até 1962 foi convocado para todas as copas.

    Outra cria da Bariri que dispensa apresentação foi Romário. Era um domingo, 25 de novembro de 1979, quando Romário, pelos infantis do Olaria, fazia seu primeiro jogo oficial. O jogo foi contra o América. A partida, válida pelo campeonato carioca, terminou com a goleada de 5 a 1 do Olaria, com Romário marcando os primeiros 3 gols oficiais de sua carreira. Quem compareceu à Rua Bariri naquele longínquo novembro de 1979 e assistiu ao show do então menino Romário, não podia imaginar que o artilheiro do jogo naquele dia, um garoto franzino e baixinho levado pelo olheiro Paulo Ferreira para o Olaria, 15 anos depois seria protagonista da conquista do tetracampeonato na Copa dos Estados Unidos.

    Mas não foi apenas dentro das quatro linhas que o Olaria lançou talentos que conquistaram Copas do Mundo. Aymoré Moreira, o técnico que comandou a seleção brasileira na conquista da Copa do Chile em 1962, iniciou sua carreira de treinador no Olaria, em 1947. Naquele ano, quando o Olaria retornava à primeira divisão, Aymoré Moreira foi o técnico dos profissionais do Olaria no Torneio Municipal, competição que, à época, antecedia o Campeonato Carioca. 15 anos depois de ter começado a carreira de técnico no Olaria, Aymoré Moreira comandou a seleção brasileira que ganhou o bicampeonato na Copa do Chile.

    O gigante da Rua Bariri lançou talentos que conquistaram o mundo. E o Olaria, na história de muitas conquistas brasileiras, jamais poderá ser esquecido. Suas crias que o digam.

  • OLARIA EM TEMPOS DE COPA

    Um dos carros com que os olarienses recepcionaram os campeões do mundo em 1958. Foto: Revista do Olaria, agosto/setembro de 1958, número 19.

    No dia 29 de junho de 1958, no estádio Rasunda, na região metropolitana de Estocolmo, na Suécia, o Brasil ganhava a primeira Copa do Mundo de sua história, ao golear os suecos por 5 a 2. A Suécia chegou a abrir o placar, mas a seleção brasileira deu um show de bola e massacrou os donos da casa.

    No Olaria a festa foi muito grande. Sócios e torcedores do clube organizaram uma caravana para recepcionar os jogadores na chegada ao Rio de Janeiro, que aconteceu em 2 de julho. Na véspera, o entusiasmo da primeira conquista mundial brasileira se misturou com os festejos do 43º aniversário do Olaria.

    Hoje recuperamos uma raríssima imagem daquele dia: a foto de um dos carros que foi ao aeroporto recepcionar os campeões. A foto mostra um carro aberto, lotado de olarienses, vendo-se ainda as bandeiras do Brasil e do Olaria. À frente do veículo uma faixa com os dizeres: “Homenagem do Olaria aos campeões”.

    Depois de 1958, mais quatro copas ainda seriam conquistadas pela nossa seleção. Mas a primeira comemoração dos olarienses por uma conquista de Copa do Mundo pelo Brasil, essa jamais esqueceremos. E a imagem acima ficará para a eternidade!

  • 1920: NOVO NOME, NOVAS CORES, NOVO ESCUDO

    No dia 9 de abril de 1920, uma sexta-feira, aconteceu uma das reuniões mais importantes da história do Olaria. Naquele dia, os sócios se reuniram em assembleia e aprovaram a mudança do nome do clube de “Olaria Futebol Clube” para “Olaria Atlético Clube”. A mudança de denominação da agremiação ocorreu porque o Olaria, a partir daquela data, deixou de ser um clube exclusivamente de futebol e passou a praticar e competir em diversas outras modalidades: basquete, ciclismo, voleibol, regatas… O clube, então presidido por Sílvio e Silva, passou a ser de “terra e mar”.

    Foi exatamente em 1920 que o Olaria deu inicio à sua tradição náutica, instalando sua sede náutica na saudosa e “aterrada” praia de Maria Angu. A mudança do nome também trouxe a necessidade de um novo escudo, que retratasse a nova realidade poliesportiva do clube. Assim, em 1920 também foi adotado um novo escudo e o clube também alterou as suas cores, deixando de ser preto e branco e passando a adotar o azul e branco. O novo escudo, que até hoje é oficial, ostenta as insígnias que representam os esportes atuais e passados praticados pelo clube e foi idealizado pelo então presidente Sílvio e Silva. O primeiro desenhista do novo escudo, que traz o remo, a âncora, a raquete e outros símbolos, foi um associado cujo apelido era “Gasolina”, mas não sabemos até hoje a identidade desse pioneiro desenhista olariense. E esse escudo, que já tem mais de 100 anos, é uma das marcas registradas que orgulha os olarienses.

    A praia de Maria Angu não mais existe, e onde ela se encontrava hoje passa a Avenida Brasil. A sede náutica que ali ficava também não mais existe. Mas toda essa tradição ficou no escudo do clube, um dos mais belos do Brasil. Ficou também a tradição poliesportiva do Olaria, que ao longo de sua existência honrou a denominação “Atlético” e fomentou campeões nas diversas modalidades. Não esquecendo que o futebol, origem e razão de ser do Olaria, sempre foi o centro de tudo. Até no escudo a bola de futebol está no centro.

    Cabe uma última informação: o primeiro jogo do Olaria com a nova denominação aconteceu dois dias depois, ou seja, em 11 de abril de 1920, um domingo. Naquele dia, o agora Olaria Atlético Clube goleou o Henrique Valadares por 6 a 1 em um jogo amistoso. O primeiro jogo com o novo nome não poderia ter sido de outra forma: grande vitória! Como assim também foram as grandes vitórias do Olaria Atlético Clube nas mais diversas modalidades ao longo de sua mais do que centenária história.

  • 1974: OLARIA BRILHOU NO INFANTO-JUVENIL

    No gramado da Rua Bariri, o elenco infanto-juvenil do Olaria, vice-campeão carioca de 1974, trajando a mística camisa listrada, que foi, dois antes, envergada por Garrincha.

    O futebol de base do Olaria tem uma história de conquistas e grandes revelações para o futebol brasileiro e mundial. Foi na Bariri que surgiram, além de Romário, Aílton, Canário, Dé, Castilho, além de muitos outros. Mas a base do Olaria também é marcada por participações meritórias em campeonatos oficiais, como foi em 1974 no campeonato carioca infanto-juvenil, quando foi vice-campeã. Lembremos que em 1956 o Olaria já tinha sido campeão nessa categoria.

    A competição de 1974 foi patrocinada pela então Federação Carioca de Futebol e pelo antigo Departamento Autônomo, dela participando equipes da primeira e segunda divisões. E o Olaria chegou ao vice-campeonato. O Departamento Infanto-Juvenil era comandado por Juvenal Siqueira Duarte, o Nanau, e tinha o professor Nélson Neves como preparador físico.

    Os atletas dessa grande campanha olariense foram Walter, Fernando, Marcos, Luiz, Denílson, Luiz Cocotá, Hamílton, Aluizio, Ricardinho, Mariozinho, Celso, Sérgio Humbert, Sérgio II e César.

    Na época, a Revista do Olaria de abril de 1974, deu destaque em sua capa para a colocação alcançada pelo clube. E hoje relembramos essa grande página da história do futebol de base olariense.

    A Revista do Olaria de abril de 1974 deu destaque para a grande campanha do time infanto-juvenil.

  • UM DIA DE FESTA EM 1930

    A foto acima foi publicada no jornal O Malho, edição de 5 de abril de 1930. Na ocasião foi realizada a inauguração da foto do ex-presidente Othelo de Souza, que presiddiu o clube em 1922. Ao fundo, a foto de Othelo de Souza e o pavilhão olariense.

    O local da solenidade foi a sede do clube na Rua Cândido Silva (antigo nome da Bariri)e estiveram presentes ao evento a família do homenageado, a diretoria do clube e muitos convidados. É interessante atentar que em 1930 o Olaria ainda era um clube de terra e mar e o escotismo de era uma prática muito desenvolvida no clube. Note-se que, na última fila dos presentes à solenidade, temos vários escoteiros do mar, trajados com o devido fardamento, que faziam parte do quadro social do clube. À época, o estatuto previa uma categoria social denominada sócio-escoteiro.

    A foto retrata um dos primeiros momentos festivos realizados no Olaria pouco depois de o clube ter comprado o terreno em que instalou sua sede e campo na rua que mais tarde se chamaria Bariri. No ano seguinte (1931) uma outra grande festa ali se realizaria: o Olaria se tornaria campeão invicto da segunda divisão da AMEA, ascendendo pela primeira vez à elite do futebol carioca.