Autor: Pedro Paulo Vital

  • O DIA QUE O OLARIA GANHOU DO FLUMINENSE NO TAPETÃO

    No dia 6 de maio de 1972, em partida válida pelo Campeonato Carioca, Olaria e Fluminense se enfrentaram no Maracanã e o jogo terminou empatado em 1 a 1, com Roberto Pinto marcando o gol do Olaria e Ivair o dos tricolores. Mas o jogo não acabou naquele dia, pois o duelo continuaria no tribunal. Isso porque o Fluminense entrou com uma petição no Tribunal de Justiça da Federação reivindicando os pontos da partida. A alegação do clube das Laranjeiras era de que o goleiro do Olaria, Pedro Paulo, não teria condições legais para atuar naquele jogo.

    Evidentemente a apreensão tomou conta de todos na Rua Bariri. Isso porque o Fluminense tinha um grande advogado, que era uma das maiores autoridades em Direito Desportivo do Brasil, o doutor José Carlos Vilella. Enfrentar o Vilella no tribunal era o mesmo que enfrentar o Pelé em campo. Não à toa Vilella ficou conhecido como o “Rei do Tapetão”. Ele ganhava tantas causas que a alcunha de “Rei do Tapetão” estendeu-se ao próprio Fluminense.

    Mas o Olaria também tinha um grande advogado, não tão badalado, mas que nada deixava a desejar a seu colega das Laranjeiras. Seu nome: Jomeri Raimundo Calomeny. Jomeri, que poucos anos depois seria o presidente do clube, defendeu o Olaria em várias audiências, mas naquele dia teria a espinhosa missão de enfrentar o clube que, graças a Vilella, ficou conhecido como “Rei do Tapetão”. Será que o Olaria perderia o precioso ponto conquistado em campo?

    Bem, se em campo o jogo empatou, no tapetão o Olaria goleou o Fluminense. O tribunal deu ganho de causa ao Olaria por unanimidade, ou seja, 7 X 0 a favor do Olaria. Pelo que se sabe, o Dr. Jomeri defendeu o Olaria com tanto brilhantismo que foi até elogiado por todos os juízes.

    Quem conhece um pouco da história do futebol do Rio de Janeiro sabe que, naquela época, ganhar do Fluminense no tapetão era tarefa pouco provável. Mas o Olaria ganhou. E de goleada…

    Detalhe: quase 3 meses depois, no dia 3 de agosto de 1972, o Olaria voltou a enfrentar o Fluminense no Maracanã pelo Campeonato Carioca e venceu por 1 a 0, gol do lateral Fidélis. Dessa vez o Fluminense não apresentou nenhum recurso. Provavelmente porque, depois de ter perdido em campo, não quisesse levar outra goleada no tribunal.

    Jomeri Calomeny, o advogado do Olaria que derrotou por goleada o Rei do Tapetão no tribunal.

  • VOCÊ SABIA?

    Que a pedra fundamental para a construção do estádio da Rua Bariri foi colocada no dia 23 de abril de 1944 pelo então presidente Sylzed José de Sant’anna e benzida pelo padre Luiz Mariano da Rocha, da Igreja de São Geraldo?

    Que Miguel, zagueiro do Olaria, foi convocado por Zagallo para a seleção brasileira em 1971?

    Que o primeiro gol do Olaria no estádio da Bariri foi marcado por Elba de Pádua Lima, o Tim, no jogo contra o Flamengo em 10 de agosto de 1947?

    Que o atual escudo do Olaria foi criado em 1920, sendo idealizado pelo presidente Sílvio e Silva e desenhado por um associado cujo apelido era Gasolina?

    Que o primeiro troféu conquistado pelo Olaria em sua história foi a Taça Orfanato 7 de Setembro, em 1918, em um jogo contra o Bonsucesso?

    Que a Rua Bariri, antes de ter esse nome, se chamava Cândido Silva?

    Que o Olaria foi o primeiro campeão brasileiro da série C, ao conquistar a Taça de Bronze em 1981?

    Que em 1963 o Olaria participou do Torneio Rio-São Paulo?

    Que o Olaria foi o primeiro campeão do antigo Estado da Guanabara, ao conquistar o Torneio Início de 1960?

    Que o primeiro gol do Olaria em território estrangeiro foi marcado por Washington no dia 3 de abril de 1954 em Istambul, na Turquia, quando o Olaria derrotou o Adalet por 4 a 3?

    Que o Olaria foi o primeiro clube brasileiro a jogar contra o Chelsea fora do Brasil, em 1 de maio de 1954, e que o jogo, realizado em Luxemburgo, terminou empatado em 1 a 1?

    Que a primeira participação do Olaria na primeira divisão do Rio de Janeiro foi em 1932, após ter sido campeão invicto da segunda divisão em 1931, quando ficou 30 jogos sem ser derrotado?

    Que em 1972 Garrincha marcou 2 gols pelo Olaria, sendo ambos em partidas amistosas?

    Que em 1970 o Olaria derrotou a seleção brasileira por 1 a 0, gol marcado pelo atacante Nado, em jogo realizado no Maracanã?

    Que em 1933 o Olaria foi vice-campeão estadual da primeira divisão, sua melhor colocação em campeonatos cariocas?

    Que os primeiros refletores do estádio da Rua Bariri foram colocados em 1950?

    Que em 1980 o Olaria teve como técnicos Antônio Lopes nos profissionais e Renê Simões nos júniores (atual sub-20)?

    Que em 1980 o apresentador, ator e compositor Carlos Imperial foi vice-presidente de futebol do Olaria?

    Que o então governador de Pernambuco, Marco Maciel, entregou a Taça de Bronze para o capitão Mauro, do Olaria, no estádio do Arruda em 1º de maio de 1981?

    Que o Olaria foi o primeiro e único clube brasileiro a dar uma volta ao mundo com sua equipe profissional de futebol, na excursão que realizou em 1954?

    Que o Olaria já foi um clube de terra e mar, quando também praticava remo e tinha uma sede náutica na antiga Praia de Maria Angu, entre 1920 e 1930?

    Que Domingos da Guia, pai de Ademir da Guia, foi técnico do Olaria em 1950 e 1953?

    Que em 1957 o Olaria foi campeão carioca de ciclismo, com a equipe sendo formada por Gonçalves, Pinho, Pereira, Carlos e Cavalcante?

    Que o consagrado técnico Otto Glória, que comandou a seleção de Portugal na Copa de 1966, começou a sua carreira esportiva como jogador de basquete do Olaria em 1937?

    Que Ademir Menezes, o popular “Queixada”, artilheiro da Copa de 1950, foi técnico do Olaria em 1959?

    Que a inauguração do Estádio Mourão Filho, o popular “Alçapão da Bariri”, aconteceu em um Domingo de Páscoa, dia 6 de abril de 1947, com um amistoso de muitos gols, em que o Fluminense derrotou o Vasco pelo placar de 5 a 4?

  • 1983: EM PETRÓPOLIS, LÁGRIMAS, SUOR E SANGUE – PARTE II

    Estádio Atílio Marotti, em Petrópolis: ali o Olaria fez história em 1983.

    Logo após a magnífica goleada que garantiu o acesso, os olarienses rumavam eufóricos de volta à Rua Bariri. A alegria era tão grande que ninguém poderia imaginar que aquele dia quase terminaria em tragédia. O pessoal que estava nos ônibus recebeu a notícia na estrada, próximo a Xerém: o carro que conduzia o presidente do Olaria, Jorge Raed, havia colidido com uma carreta. O veículo, pilotado pelo diretor jurídico Odair Nascimento, também trazia a bordo o vice-presidente social, jornalista Walter Rizzo, e o diretor social Orlando Barbosa. Todos ficaram muito feridos e foram atendidos no hospital daquela região. O alegre e histórico dia do Olaria terminava em sangue.

    Vários diretores e torcedores que estavam nos ônibus, muito preocupados, foram até o hospital. Os quatro acidentados estavam com muitas escoriações e cheios de curativos. Evidentemente, a festa que estava marcada para a Bariri teve que ser adiada. Os olarienses voltaram para casa com um misto de felicidade e apreensão.

    A comemoração acabaria ficando mesmo para o dia 25 de junho, o domingo seguinte, quando o Olaria realizou o seu último compromisso contra o Madureira, na Rua Bariri, e empatou por 1 a 1, tendo então sido o campeão.

    O presidente Jorge Raed, cheio de curativos, ainda esteve no estádio e, depois, uma comissão de olarienses foi até a casa do patrono Álvaro da Costa Mello levar a taça.

    Foi um roteiro de novela: tudo começou com a grande vitória, depois o desastre e a apreensão e, finalmente, a conquista do título na Bariri. Foram lágrimas, suor e sangue que entraram para a história olariense.

    Nota: o título “Lágrimas, suor e sangue” é uma referência ao grande benemérito Walter Rizzo, que escreveu uma coluna com esse título na Revista do Olaria de julho de 1983, falando sobre o inesquecível jogo e sobre o fatídico desastre na estrada.

  • 1983: EM PETRÓPOLIS, LÁGRIMAS, SUOR E SANGUE – PARTE I

    Estádio Atílio Marotti, em Petrópolis: ali o Olaria fez história em 1983.

    No estádio Atílio Marotti, a casa do Serrano, em Petrópolis, o Olaria fez muita história. A começar pela inauguração do próprio estádio, em 1951. O jogo inaugural foi entre o Olaria e Serrano e o Olaria, sem qualquer cerimônia, derrotou os donos da casa por 3 a 1. De quebra, Jair, do Olaria, foi o autor do primeiro gol no famoso estádio.

    No entanto, a grande página do Olaria no Atílio Marotti foi escrita em 1983. Era o dia 19 de junho de 1983, um domingo, e o Olaria foi até Petrópolis para enfrentar o Serrano pela penúltima rodada do campeonato da segunda divisão. O jogo era capital para o Olaria, pois uma vitória garantiria o acesso do clube da Rua Bariri. Isso porque, em caso de vitória, o Olaria garantiria ao menos o segundo lugar e, como naquela época subiam duas equipes, o Olaria estava a um triunfo do acesso.

    Pela manhã, dois ônibus lotados partiram da Rua Bariri, levando diretores, conselheiros e a torcida, além de vários carros. O pessoal do Olaria chegou cedo em Petrópolis e todos almoçaram na sede do Serrano, que fica do outro lado da rua, quase em frente ao estádio.

    A torcida do Olaria, naquele dia, teve um ilustre reforço: a sambista Beth Carvalho, amiga do técnico olariense Alcir Portela, trajava o manto do Olaria e viu o jogo junto com a galera das arquibancadas do Atílio Marotti. 1527 pagantes estavam no estádio. Desses, cerca de 200 eram olarienses.

    O primeiro tempo terminou empatado sem gols. Porém, na segunda etapa, o Olaria chegou à glória: meteu 4 a 0, com dois gols de Edinho, um de Celso e outro de Dé, o Aranha. O suor dos jogadores em campo era correspondente às lágrimas dos olarienses nas arquibancadas. Torcedores e diretores choravam e se abraçavam, enquanto o Olaria dava um show de bola e garantia o acesso na casa do adversário. Ao fim da partida, vários atletas jogaram suas camisas para a torcida, que estava em pleno delírio.

    Após a grande vitória que garantiu o acesso do Olaria, torcedores e dirigentes rumaram para a Bariri, para iniciar a festa pela volta à primeira divisão. Porém, depois de tanto suor em campo e tantas lágrimas nas arquibancadas, no meio do caminho haveria sangue… Mas isso é assunto para o segundo e último capítulo.

    Segundo e último capítulo: dia 9 de agosto, domingo.

  • O PLACAR “PRA 9”

    O time do Olaria formado no gramado da Bariri em 1955. Ao fundo o antigo placar, que exibia em destaque o prefixo “PRA 9”, da Rádio Mayrink Veiga.

    Depois que o estádio da Rua Bariri foi inaugurado em 1947, o primeiro placar do velho alçapão exibia em destaque, bem acima do equipamento, a seguinte inscrição: “PRA 9”. Os mais antigos certamente se lembram da inscrição “PRA 9” no saudoso placar da Bariri. Mas afinal, o que significava o “PRA 9”, que marcou época naquele inesquecível placar manual?

    “PRA 9” era a vinheta da antiga rádio Mayrink Veiga, usada para que os ouvintes identificassem a emissora no dial. Embora, como toda rádio, a Mayrink Veiga tivesse uma frequência numérica, a emissora criou um prefixo que era tocado frequentemente, para facilitar a localização da rádio. Estávamos em uma época em que não existia frequência digital e, muitas vezes, os ouvintes tinham dificuldade em localizar a emissora quando giravam o botão do rádio, porque nem sempre o indicador ficava no número exato. Então, criar uma vinheta facilitava muito a busca, pois, ao ouvir a vinheta, o ouvinte já sabia que estava naquela rádio.

    Como a rádio Mayrink Veiga era uma das principais emissoras que transmitiam jogos de futebol, então ela patrocinou placares em alguns estádios. E, para a rádio, era muito melhor que fosse exibida a sua vinheta do que o seu próprio nome. E assim era o primeiro placar da Bariri. Um detalhe importante, que pode ser visto na imagem acima, é que o placar não informava apenas o resultado do jogo que acontecia no estádio, mas também outros jogos da rodada. Era uma época em que o garoto do placar trabalhava muito, porque caso saísse gols em outros jogos, ele tinha que atualizar os demais resultados.

    A rádio Mayrink Veiga foi fechada à força pelo governo militar implantado com o golpe de 1964. A turma da caserna que tomou o governo na mão grande não gostava da rádio porque ela aderiu à Rede da Legalidade liderada por Leonel Brizola. Mas parece que o prefixo “PRA 9” também simbolizou uma resistência. Isso porque, mesmo depois do fechamento forçado da emissora, a vinheta “PRA 9” continuou no placar até os anos 1970/1980. E o “PRA 9” se tornaria, para os mais antigos, a vinheta do próprio placar do velho alçapão da Bariri.

    Na foto, de 1967, um flagrante da famosa briga no jogo entre Olaria X América na Bariri. O antigo placar PRA 9 lá estava, mesmo depois que a rádio Mayrink Veiga foi fechada.

  • AFONSINHO NA CALÇADA DA FAMA: ELES JÁ ASSINARAM. ASSINE VOCÊ TAMBÉM!

    A campanha para levar Afonsinho (o herói do passe livre e ídolo de todas as torcidas) para a Calçada da Fama do Maracanã é supraclubística e transcende a esfera do futebol. O abaixo-assinado vem recebendo adesões não apenas do meio esportivo, como também do meio artístico, cultural e acadêmico, o que mostra a importância e o amplo escopo de influência deste que foi um grande ídolo do futebol brasileiro, dentro e fora de campo.

    Abaixo, divulgamos algumas das personalidades que já aderiram à campanha:

    Carla Camurati – cineasta, atriz e produtora cultural.

    Bete Mendes – atriz e ex-deputada federal.

    Nilson Moraes – sociólogo e professor emérito da UNIRIO.

    Sérgio Frias – benemérito do Club de Regatas Vasco da Gama.

    Edson Souza – ex-jogador profissional do Fluminense e técnico de futebol.

    Tereza Borba – filha do goleiro Barbosa.

    Heitor Belini Pereira Quintela – grande benemérito e ex-presidente do Olaria Atlético Clube.

    Lenivaldo Gomes da Silva – grande benemérito e ex-presidente do Olaria Atlético Clube.

    Otávio Velho – antropólogo e professor emérito da UFRJ.

    Maria Lúcia Zylbersztajn de Abreu Dias Pires – atriz, apresentadora e jornalista.

    Tizuko Miyagui – professor de Medicina da UFF.

    Theodor Lowenkron – professor de Psiquiatria da UFRJ.

    Áurea Lowenkron – psicanalista e professora da UFRJ.

    Luiz Pedro San Gil Jutuca – ex-reitor da UNIRIO.

    José Sérgio Leite Lopes – professor de antropologia da UFRJ.

    Regina Tirello – arquiteta e professora da UNICAMP.

    Guido Palmeira – médico sanitarista e professor aposentado da FIOCRUZ.

    Valéria Moreyra – bailarina, professora de dança e diretora da Escola de Dança Valéria Moreyra.

    Carlos Eduardo Guimarães Campos – poeta e escritor.

    Alexandre de la Peña – músico, cantor e compositor.

    Armindo Lajas – diretor do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (SEPE/RJ).

    Henrique Jordão – ex-diretor do Botafogo de Futebol e Regatas.

    Bruno Filippo – jornalista, sociólogo e escritor.

    Maria Júlia Kovács – professora do Instituto de Psicologia da USP, escritora.

    Maria Luisa Sandoval Schmidt – professora do Instituto de Psicologia da USP, escritora.

    Sinai Sganzerla – roteirista, produtora e diretora de cinema.

    Manoel Lourenço Renha Neto – ex-diretor das categorias de base de futebol do Botafogo de Futebol e Regatas.

    Sérgio Bloch  – roteirista, diretor e produtor de cinema.

    Selma Kerdman Bloch – artista plástica e educadora.

    Marta Simões Peres – professora da Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ, pesquisadora e artista.

    Elias Fajardo – jornalista, escritor e roteirista.

    Rita Mota – diretora do Sindicato dos Bancários do Município do Rio de Janeiro.

    Paulo Luna – historiador, escritor, poeta e pesquisador.

    Letícia Chahaira – escritora, Coordenadora de Promoção do Registro Civil de Nascimento do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

    Luiz Otávio Rendeiro Corrêa Braga – violonista, compositor e arranjador.

    Ana Espinosa – médica pediatra.

    Marcos Eduardo – jornalista do canal Gato Mestre.

    Miguel Gustavo da Silva Gomes – benemérito do Olaria Atlético Clube e produtor cultural.

    Maria Luiza Franco Busse – jornalista, pós-doutora em Comunicação e Cultura pela UFRJ, escritora.

    Gilberta Acselrad  – Escritora, professora, enfermeira e mestre em Educação.

    Anderson Gripp – Biólogo, ecólogo e pesquisador.

    Frederico Bonfatti – historiador do futebol, professor e pesquisador.

    Valter Lano – artista plástico e pesquisador.

    Laerth Maziero – cantor, compositor e violonista.

    Cidinha Zanon – compositora, produtora musical e sambista.

    Kleber Mazziero – maestro, escritor, cineasta e compositor, autor do livro “Prezado amigo Afonsinho”.

    Cezar Kirszenblatt – presidente do CAMP Mangueira.

    Gilberto Cipullo – ex-vice-presidente de futebol e membro do Conselho Deliberativo do Palmeiras.

    Faça como eles e assine você também. Clique no link abaixo, assine e ajude a colocar o Afonsinho na Calçada da Fama do Maracanã.

  • ASSINE! – AFONSINHO NA CALÇADA DA FAMA

    Prezados olarienses, leitores e seguidores: O site Olaria Eterno iniciou a campanha para eternizarmos nosso ídolo Afonsinho na Calçada da Fama do Maracanã. Para isso, precisamos de seu apoio. Assine a nossa petição e compartilhe-a ao máximo. Vamos levar o grande ídolo olariense que entrou para a história do Brasil para ser eternizado na Calçada da Fama. Entremos em campo! Acesse e assine pelo link abaixo:

  • APOIE O OLARIA ETERNO

    Ajude a Manter Viva a História do Gigante da Bariri!

    Caros torcedores, leitores e simpatizantes do Olaria:

    O site Olaria Eterno nasceu de uma paixão genuína: o amor pelo nosso Olaria Atlético Clube. Nosso único e absoluto objetivo é resgatar, preservar e divulgar a rica história do Olaria, garantindo que as memórias das nossas glórias, craques e torcida jamais se apaguem.

    Para mantermos esse compromisso com a máxima qualidade e independência, escolhemos um caminho claro: o Olaria Eterno não visa lucros, não possui anúncios, não tem patrocinadores e não é monetizado. Queremos que sua experiência aqui seja limpa, focada apenas no que importa: a história do nosso clube.

    No entanto, manter um projeto desse tamanho no ar gera custos reais. Para continuar funcionando, o site precisa cobrir despesas fixas com:

    • Hospedagem e domínio do site: O “aluguel” do espaço na internet para manter todas as nossas fotos, textos, vídeos e arquivos seguros e acessíveis 24 horas por dia;
    • Impulsionamento em mídias sociais: Pequenos investimentos em chamadas nas redes sociais para que a história do Olaria chegue ao maior número possível de pessoas;
    • Confecção de material físico para divulgação do site.

    Como o projeto é mantido de forma totalmente voluntária, toda ajuda faz uma diferença enorme.

    Se você valoriza esse trabalho de resgate histórico do Olaria e quer nos ajudar a cobrir esses custos operacionais, considere fazer uma contribuição de qualquer valor.

    🎯 Como apoiar:

    • Chave PIX: 21 99881 0818Banco Itaú. Na tela de validação aparecerá o nome de Pedro Paulo Vital do Nascimento.
    • Qualquer valor é bem-vindo e será integralmente revertido para a manutenção e divulgação do site.

    Se não puder ajudar financeiramente, não tem problema! Você também nos apoia muito compartilhando nossos conteúdos e enviando sugestões, fotos antigas ou histórias que merecem ser contadas para o seguinte e-mail:

    pedropvnascimento@yahoo.com

    O Olaria é gigante, e a sua história merece ser eterna. Vamos juntos?

    Olaria ontem, hoje e sempre! 💙🤍

  • #AfonsinhoNaCalçadaDaFama

    Para aderir à campanha, clique no link abaixo:

    Afonsinho, o herói do passe livre, em 1971, no gramado do Maracanã, quando atuava pelo Olaria e foi eleito o melhor jogador de sua posição no Campeonato Carioca. #AfonsinhoNaCalçadaDaFama.

    #AfonsinhoNaCalçadaDaFama é a campanha que o site Olaria Eterno está lançando para que Afonso Celso Garcia Reis, o Afonsinho, seja eternizado na Calçada da Fama do Maracanã. Afonsinho foi um dos maiores gênios do futebol brasileiro, um meio-campista de classe e que também era engajado na luta pelos direitos dos atletas. Muito antes da Lei Pelé, Afonsinho foi o primeiro jogador a conseguir o passe livre na Justiça do Trabalho, enfrentando inclusive a ditadura militar.

    Dentro de campo, os olarienses se orgulham de sua passagem pelo clube bariri na década de 70, especialmente em 1971, quando foi eleito o melhor jogador de sua posição no Capeonato Carioca daquele ano. Mas Afonsinho também brilhou no XV de Jaú, Botafogo, Vasco da Gama, Santos, Flamengo, América Mineiro e Fluminense.

    Afonsinho, um craque dentro e fora da campo, entrou não apenas para a história do futebol, mas para a história do Brasil. Quando jogador, além das belas atuações no gramado do Maracanã, também atuava fora dos campos, conscientizando os atletas sobre seus direitos e, pela sua atividade política, chegou a ser monitorado pelos órgãos de repressão da ditadura.

    Pelo que significou na história brasileira, Afonsinho é orgulho não apenas dos torcedores dos clubes pelos quais atuou, mas de todos os torcedores brasileiros. E o Maracanã foi um dos palcos em que Afonsinho exibiu o seu belo futebol. Assim, por tudo o que representou no futebol e na história brasileira, é justíssimo que nosso “prezado amigo Afonsinho”, o herói do passe livre, seja eternizado na Calçada da Fama do Maracanã, um dos templos sagrados do futebol mundial. Portanto, abracemos essa ideia: #AfonsinhoNaCalçadaDaFama.

    Para aderir à campanha, clique no link abaixo:

  • PARABÉNS OLARIA! 111 ANOS!

    Hoje, dia 1º de Julho, o Olaria Atlético Clube completa 111 anos de existência. É dia de orgulho para seus sócios e torcedores, e dia de reverenciar a memória dos pioneiros olarienses que, naquela longínqua quinta-feira do ano de 1915, na casa do capitão Alfredo de Oliveira, na Rua Filomena Nunes, lançaram as sementes do que hoje é o “Gigante da Leopoldina”.

    Em sua trajetória mais do que centenária o Olaria prestou e continua prestando relevantes serviços ao esporte brasileiro, formando atletas e revelando grandes talentos e, ao longo de sua história, se tornou referência na região da Leopoldina. Parabéns Olaria!

    No link abaixo, confira detalhes sobre a fundação e a evolução histórica do Olaria: