ANOS 1950: OLARIA, UMA POTÊNCIA NO CICLISMO

Amália, campeã carioca de ciclismo de 1958, desfila triunfalmente pela Rua Bariri com dirigentes e torcedores.

Diz o hino do Olaria, composto por Lamartine Babo: “És do esporte, pelo esporte…” Surgido do futebol em 1915, a partir de 1920 o clube se tornou “Atlético”, visto que passou a praticar várias modalidades: remo, basquete, futebol de salão, voleibol e, no final dos anos 1950, o Olaria se tornou uma grande potência no ciclismo do Rio de Janeiro, então Distrito Federal.

Em 1957 e 1958 o Olaria foi bicampeão na modalidade e alguns ciclistas entraram especialmente para a história do clube da Rua Bariri. Um deles foi Manoel Gonçalves, mais conhecido como Gonçalves. Em 1957 ele foi campeão da cidade na primeira categoria do ciclismo.

Além de Gonçalves, a jovem Amália foi campeã carioca em 1958, consolidando a posição do Olaria como uma das maiores potências do ciclismo no fim dos anos 1950. Quando percorremos a galeria de troféus do Olaria vemos que muitos deles foram conquistados por esse esporte que marcou a história do clube bariri. Assim, o ciclismo também inscreveu belas páginas na história do esporte do Olaria e esses campeões também fizeram o Olaria ser eterno.

Manoel Gonçalves, campeão carioca de ciclismo. Ano 1957.

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