
Até 1956 o Olaria não possuía sócios-proprietários. Foi nesse ano, durante a gestão do presidente Alberto Trigo, que foi lançada a primeira série de títulos. A finalidade do lançamento dos títulos era a construção da nova sede, onde hoje é o salão social.
O dia era 6 de maio de 1956. Naquele domingo, um evento que entraria para a história do Olaria aconteceria na parte da tarde: o sorteio dos títulos de sócios-proprietários. A partir daquela data, todos poderiam, então, ser “donos” do Olaria. O lançamento e o sorteio dos títulos foi considerado, à época, como o primeiro grande passo para o engrandecimento da bandeira azul e branca. E por que o sorteio? Porque todos queriam ser o número 1!
Então, todos os compradores tiveram que participar do sorteio que definiria a numeração do título de cada um. Inicialmente foram lançados 185 títulos e quem foi sorteado com o título número 1 foi o Sr. Antônio da Costa Novaes, também conhecido como “Antônio Açougueiro”. Inicialmente foram 185 títulos. Essa primeira série foi fundamental para a construção da sede da Rua Bariri, que através do tempo foi muito mudada, mas que tem como destaque o salão social. O Olaria já tinha estádio, inaugurado em 1947. Agora, teria uma nova sede.
E, em 1960, sob a gestão de José de Albuquerque, uma nova série de títulos seria lançada, para a compra do terreno onde hoje é a Plínio Bastos (o terreno foi comprado do antigo Matadouro) e, também, para a construção do parque aquático, inaugurado em 1965.
Abaixo, o documento histórico com os números dos 185 primeiros sócios-proprietários do Olaria. Muitos desses títulos já foram transferidos, a maioria para familiares, principalmente em razão do falecimento de seus titulares. Porém, alguns ainda permanecem como sócios-proprietários desde 1956. A lista contém alguns nomes de ex-presidentes e até do Patrono Mello (O número 4 foi Othon da Silva e Souza, o número 10 foi Jorge Raed, o número 13 José de Albuquerque, o número 51 Edmundo dos Santos, o número 104 Leibnitz Miranda, o número 111 Gelmirez de Mello, o número 119 Alberto Trigo, o número 133 Álvaro da Costa Mello).
A lista completa dos 185 primeiros “donos do Olaria” foi publicada no Olaria em Revista de junho de 1956:


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