1956: TIJOLO QUENTE DA BARIRI DERRUBA O TRI

Jogadores do Olaria coememoram o gol de Russo, na vitória de 1 a 0 sobre o Flamengo em 1956.

Naquele dia 19 de agosto de 1956 o estádio da Bariri estava lotado. Não cabia mais ninguém no alçapão. Afinal, o Flamengo, tricampeão carioca e sério candidato ao tetra, mediria forças contra o Olaria. O Flamengo era chamado de “rolo compressor”, mas os torcedores rubro-negros que foram à Bariri naquele dia não imaginavam que o “rolo compressor” seria ferido de morte por um tijolo detonado por um jogador chamado Russo. E naquele dia o tricampeão cairia no alçapão.

O comentário da revista Manchete Esportiva não poderia ter sido melhor:

“Em Olaria jogaram um tijolo quente na sorte do Flamengo. A história de tricampeão e candidato a tetra não pegou em Bariri”.

O Flamengo tinha craques consagrados como Dequinha, Dida, Evaristo e Zagallo. Mas naquele dia o alçapão da Bariri não deu trégua para os rubro-negros e o Olaria não se intimidou diante dos tricampeões. No último minuto da primeira etapa Russo marcou o gol da vitória do Olaria e, no segundo tempo, a defesa bariri foi uma parede, neutralizando as investidas do Flamengo. Final: Olaria 1 a 0, em uma vitória histórica. A mídia dizia que, naquele dia, “a Bariri foi assustadora”. E não foi para menos: o tijojo quente disparado por Russo derrubou os tricampeões no alçapão da Bariri…

Naquele dia Dida e Cia. foram parados pela defesa olariense.
A Bariri foi assutadora e os tricampeões caíram no alçapão.

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