A primeira turma de judô do Olaria, em 1968, com o professor Edson Marconi.
Foi em 1968, quando o Olaria era presidido por Norberto de Alcântara e na vice-presidência de Esportes Amadores atuava Edmundo dos Santos, que, pela primeira vez em sua história, o Olaria teve a prática do judô. O esporte viria, com o tempo, se tornar tradicional no clube e o espaço inicial em que o judô era praticado já possuía toda uma tradição: ficava em uma sala onde já tinha sido a Escolinha João Lyra Filho e o Departamento Náutico. Tempos depois, o espaço seria demolido para a construção da social do estádio e, hoje, ali se encontra parte da academia que funciona no clube.
O primeiro professor da história do judô olariense foi Edson Marconi e, como mostram as imagens da época, a adesão foi muito grande. Em alguns poucos anos o Olaria iria fomentar atletas que seriam campeões e que trariam muitos troféus para a galeria da Bariri.
Todo aquele tempo, aquele primeiro professor, os primeiros alunos e atletas, as primeiras conquistas também fazem parte de um Olaria eterno.
A seguir, mais algumas imagens dos primórdios do judô no Olaria Atlético Clube:
A turma do judô nos primórdios do esporte no Olaria.Equipe de judô do Olaria em 1968.Um aula de judô no primeiro espaço, no início da prática do esporte no clube em 1968.
Equipe do Olaria campeã de basquetebol de 1972, categoria aspirantes, com atletas, comissão técnica e dirigentes.
O ano de 1972 é marcado, na história do Olaria, pela consagração da camisa listrada, usada por Garrincha nos gramados. Lançada em 1970, a camisa listrada já havia sido consagrada pelo grande time de 1971. Porém, em 1972 ela seria exportada do gramado para a quadra de basquete. Naquele ano, usando a camisa listrada, o Olaria sagrou-se campeão de basquete na categoria aspirantes, com a equipe comandada por Heleno Fonseca.
Quem viveu aquele tempo áureo do basquete bariri lembra que, com o ginásio ainda em construção, a quadra era improvisada no próprio salão social do clube, com piso de taco e a marcação do basquete, numa época em que ainda não existia a cesta de 3 pontos, mas os grandes times do Olaria obtinham vitórias por placares elásticos. A equipe aspirante campeã de 1972 tinha os atletas Creston, Edir, Alfinete, Brito, Washington, Chico, Elton, Paulinho, Leonardo, Renato, Gabriel, Dalton e Diogo. Naquele certame, foram 11 jogos, com 10 vitórias e apenas uma única derrota.
Mas não apenas o basquete masculino, usando a camisa listrada, fez bonito naquele ano de 1972. A equipe feminina juvenil também foi campeã, usando nas quadras a camisa listrada que Garrincha usava nos gramados.
Enfim, fosse no futebol ou no basquete, o Olaria dava muito orgulho aos seus torcedores. E a camisa listrada de azul e branco ficaria para sempre na história e na memória, como marca de orgulho dos olarienses.
Dirigentes, comissão técnica e atletas do basquete feminino do Olaria de 1972. A camisa listrada continuava fazendo história nas quadras.
No gramado da Bariri, a atriz Brigite Blair, entre os ídolos Haroldo e Romeu, do grande time de 1962. Foto: Jornal dos Sports.
O time do Olaria de 1962 ficou tão famoso, que acabou atraindo gente famosa. Foi o que aconteceu no dia 17 de outubro de 1962,quando a atriz Brigite Blair visitou o Olaria, com direito a posar para fotos com craques do grande time daquele ano.
Brigite Blair veio à Rua Bariri convidar os jogadores do Olaria para o lançamento da revista “Fatos & Fofocas”. O lançamento da revista tinha uma nobre causa: seria em benefício do Sindicato dos Profissionais de Futebol. Na oportunidade, os craques olarienses Haroldo e Romeu foram fotografados ao lado da ilustre visitante. Aquele 17 de outubro de 1962 foi um dia de festa na Bariri, com a presença da famosa visitante, numa época em que o time de futebol do Olaria fazia uma de suas melhores campanhas da história.
Equipe do Olaria campeã invicta de 1931 da segunda divisão. Foto: Diário da Noite, 31/10/1931.
Nessa primeira coluna das “Memórias da Bariri”, lembraremos o primeiro acesso do Olaria à primeira divisão do futebol carioca, conquistado em 1931, quando sagrou-se campeão, de forma invicta, do Campeonato da Segunda Divisão da AMEA.
Em 1931 o Olaria disputou um dos campeonatos mais difíceis, senão o mais difícil, de sua história: a segunda divisão da AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Atléticos). Em jogo a única vaga para a elite do futebol do Rio de Janeiro, que na época ainda era o Distrito Federal. O número de participantes? Dezesseis! E só o campeão seria promovido à primeira divisão. E mais: o campeonato seria em turno e returno, em pontos corridos, um total de 30 jogos. E o Olaria conseguiu sagrar-se campeão sem sofrer sequer uma derrota, ficando 30 jogos invicto.
Naquele mesmo ano de 1931 surgia o Jornal dos Sports que, por muito tempo, ficaria famoso pelas folhas cor de rosa e seria a referência do noticiário do futebol carioca. O Jornal dos Sports, então, ofertou o troféu ao campeão. Daí o nome do troféu: Troféu Jornal dos Sports, que acabou indo para a Bariri, que naquela época não se chamava Bariri e sim Cândido Silva.
Foram 25 vitórias e 5 empates e o Olaria respondia triunfalmente em campo ao golpe que havia sofrido em 1937, quando da pacificação do futebol carioca e seu injusto afastamento da divisão principal de profissionais. E mais: Gaguinho, do Olaria, foi eleito o melhor jogador do campeonato, na votação promovida pelo Jornal dos Sports.
E TEVE FESTA NA… CÂNDIDO SILVA…
Sim, porque em 1931, a Rua Bariri ainda se chamava Cândido Silva. Às vésperas do último jogo, contra o Everest, que seria na Cândido Silva, a direção do Olaria preparou uma grande festa para os campeões. O Jornal dos Sports, em sua edição de 4 de dezembro de 1931, noticiou que, antes da partida, haveria uma salva de 21 tiros de morteiro para receber os campeões invictos e ainda a presença da banda de clarins da Brigada Policial.
E não era só. O jornal também informava que “uma comissão de encantadoras senhoritas oferecerão aos gloriosos campeões invictos de 1931 uma linda cesta de perfumadas flores.”
Flagrante do jogo Olaria X Mackenzie em 1931, vendo-se o jogador olariense Teodomiro contra dois adversários.
Os atletas olarienses que participaram dessa histórica conquista foram: Amaury, Nicanor, Campos, Bolinha, Mamão, Claudionor, Horácio, Gaguinho, Vieira , Aragão, Pierre, João Pinto, Fraga, Eugênio, Preá, Theodomiro, Pavão, Jayme, Rubem, Campos, Severino, Ovídio e Norival.
Técnico: Gilberto Pinto
Massagista: Benedicto dos Santos
Presidente do Olaria: Gelmerez de Mello.
Diretor de Esportes: Albano Rangel.
Albano Rangel, diretor de esportes por ocasião do campeonato invicto de 1931.Hermes, um dos campeões de 1931.Amaury: o goleiro campeão de 1931.Nicanor: o zagueiro campeão de 1931.Bolinha: campeão de 1931.Fraga: campeão de 1931.Mamão: o centro-avante campeão de 1931.Horácio: campeão de 1931.Gaguinho: campeão de 1931 e eleito melhor jogador do campeonato na votação feita pelo Jornal dos Sports.Vieira: campeão de 1931.Pavão: ponta-esquerda campeão em 1931.Aragão: campeão de 1931.Jaime: campeão de 1931.O elenco do Olaria campeão invicto da segunda divisão em 1931, conquista que garantiu o primeiro acesso do time em sua história.
O início de Romário nos infantis do Olaria, em 1979.
Naquele dia 25 de novembro de 1979, quem foi à Rua Bariri assistir ao jogo de infantis entre Olaria e América não imaginava que, em campo, estaria um menino franzino, conhecido também como “índio” e que, 15 anos mais tarde, seria uma das grandes personalidades da conquista da Copa que deu o tetracampeonato ao Brasil.
Aquele menino que foi levado à Bariri pelo olheiro Paulo Ferreira, mais conhecido como “Paulo Boi”, se chamava Romário de Souza Faria e naquele jogo fazia sua estreia com a camisa azul e branca. E usava a mesma camisa listrada que consagrou o time de 1971 e que Garrincha havia vestido em 1972. O Olaria goleou por 5 a 1 e Romário marcou os três primeiros gols oficiais de sua vitoriosa carreira. Ele ainda faria mais quatro gols com a camisa bariri, antes de ir para o Vasco.
Naquele dia 25 de novembro de 1979, o goleiro do América que entraria para a história por ter sido o primeiro a levar um gol de Romário, era Josenildo Francisco da Silva, mais conhecido posteriormente como “Belô”. Certa vez Belô, em uma entrevista, disse que goleiro nenhum gosta de tomar gol, mas que ele se sentia feliz por entrar para a história. Também afirmou não se lembrar como foi o lance do primeiro gol da história do Baixinho.
Paulo Ferreira, o “Paulo Boi”: ele foi o descobridor do Romário e o levou para a Rua Bariri em 1979.O time de infantis do Olaria de 1979, com Romário. O zagueiro Gonçalves e o meia Aílton foram seus companheiros de equipe.
Romário começou no Olaria e sempre fará parte desta centenária instituição. Isso porque o cidadão Romário de Souza Faria é sócio honorário do Olaria Atlético Clube.
“Tem muito João espalhado por aí. Vou voltar mandando fogo no futebol…” (Garrincha, em 1972, logo após assinar contrato com o Olaria).
Em 1972, quando regressou da Itália, Garrincha foi contratado pelo Olaria. Foi na Bariri que o “anjo das pernas tortas” encerrou sua carreira profissional. Na ocasião, a contratação de Garrincha foi um alento para os torcedores do Olaria, ainda revoltados com a injustiça que o clube havia sofrido no ano anterior ao não ter sido incluído no Campeonato Brasileiro, mesmo tendo índice técnico e a renda exigida pela antiga CBD.
O momento em que Garrincha assinava o contrato com o Olaria. Foto: Jornal dos Sports.Garrincha, o primeiro à esquerda, em treinamento com a equipe antes da estreia contra o Flamengo. Foto: Jornal dos Sports.
O JOGO DE ESTREIA
Garrincha ficou por seis meses no Olaria, entre fevereiro e agosto de 1972, quando disputou o Campeonato Carioca pelo clube bariri, além de fazer vários amistosos pelo Brasil afora. Seu jogo de estreia pelo Olaria foi em 23 de fevereiro de 1972, na primeira rodada do estadual, contra o Flamengo no Maracanã. O jogo terminou empatado em 1 a 1.
Naquele dia, uma quarta-feira, 49.276 pessoas pagaram ingresso para assistir a partida, apitada por Airton Vieira de Moraes. O Mané retornava aos gramados vestindo a camisa número 7 listrada do Olaria, que entraria para a história. O Olaria abriu o placar com Gessê, aos 8 minutos do segundo tempo e o Flamengo empatou aos 25 minutos, através de Doval. O Flamengo era dirigido por Zagallo que, antes da partida, entregou uma faixa de tricampeão mundial a Garrincha, como agradecimento a tudo que ele havia feito pelo futebol brasileiro.
Antes do jogo, Zagallo ofertou a Garrincha uma faixa de campeão mundial.Garrincha já com a faixa entregue por Zagallo, momentos antes de seu jogo de estreia pelo Olaria.Zagallo, antes da partida, após colocar a faixa de tricampeão mundial em Garrincha.Garrinha com a faixa de tricampeão mundial ofertada por Zagallo no dia de sua estreia pelo Olaria. Foto: Jornal do Brasil.Jairzinho, o “furacão” da Copa de 1970, também foi homenagear Garrincha na sua estreia pelo Olaria. Foto: Jornal do Brasil.Um lance do jogo da estreia de Garrincha, vendo-se ainda o jogador rubro-negro Zé Mário e o árbitro Airton Vieira de Moraes atento ao lance.Garrincha X Paulo Henrique: o lateral do Flamengo tenta conter o gênio olariense, sob os olhares do árbitro Airton Vieira de Moraes.Garrincha e o zagueiro rubro-negro Reyes. Foto: Jornal do Brasil.Gessê, autor do gol contra o Flamengo, corre para comemorar com Garrincha. Foto: Jornal dos Sports.Jogadores do Olaria comemoram, junto com Garrincha, o gol de Gessê no jogo de estreia contra o Flamengo. O jogo terminou empatado em 1 a 1.A última camisa 7 de Garrincha foi a do Olaria.O jornal O Globo, em sua edição de 24 de fevereiro de 1972, deu destaque à estreia de Garrincha pelo Olaria em sua primeira página.Um lance de Garrincha no jogo contra o América, realizado no estádio de São Januário. Foto: Jornal do Brasil.Garrincha em ação no jogo contra o América, em São Januário, no dia 4 de março de 1972.Garrincha, contra o América, em 21 de maio de 1972, em São Januário.O único jogo de Garrincha pelo Olaria na Bariri foi contra o Bangu, em 16 de abril de 1972.Garrincha com Roberto Pinto, seu companheiro de equipe no Olaria.Garrincha no gramado da Rua Bariri. Muitas vezes ele treinava descalço. foto: Jornal do Brasil.Garrincha foi destaque na capa da Revista do Olaria em abril de 1972.Garrincha, com a camisa do Olaria, foi o grande destaque da capa da revista Placar que anunciava o Campeonato Carioca de 1972.A camisa listrada do Olaria, que já era usava desde 1970, ficou marcada na história do clube por ser o manto envergado por Garrincha na Bariri.O time do Olaria com Garrincha, no estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte, Ceará, antes do amistoso no qual Garrincha marcou seu último gol. O jogo foi no dia 21 de abril de 1972 e Garrincha recebeu o título de “cidadão juazeirense”.Onde quer que fosse pelo Brasil afora com a camisa do Olaria, Garrincha era assediado pelas crianças.
Entre fevereiro e agosto de 1972, Garrincha jogou 18 partidas pelo Olaria, sendo 9 jogos oficiais (pelo Campeonato Carioca) e 9 amistosos. Ele marcou 2 gols, sendo o primeiro no amistoso contra o Comercial de Ribeirão Preto, em 22 de março. O último gol de Garrincha como profissional foi em 21 de abril, contra um combinado Guarani/Icasa, em Juazeiro do Norte, Ceará.
Assista a uma das raríssimas imagens de vídeo de Garrincha pelo Olaria. São algumas imagens do jogo de estreia, contra o Flamengo, onde aparece o time do Olaria entrando no gramado do Maracanã, Garrincha dando uma entrevista e ainda uma jogada do “anjo das pernas tortas”.
EMÍLIO CHAMPION – Certamente o primeiro ídolo da história do Olaria. Apelidado de “siri cozido”, por ter o rosto avermelhado, Champion jogou em 1918, quando o Olaria ainda se chamava Olaria Futebol Clube . Jogava como meia-esquerda e há referência a ele como “ídolo” em uma revista do clube de 1947. Diz-se que as moças da época o adoravam e, sempre que ele entrava em campo, presenteavam-lhe com ramos de flores. Não temos imagens disponíveis desse ídolo pioneiro.
WASHINGTON – Maior artilheiro da história do Olaria, brilhou no Campeonato Carioca de 1950. Foi o artilheiro do time na excursão da volta ao mundo em 1954.
Washington: o maior artilheiro da história do Olaria.
MAXWELL – O artilheiro Maxwell brilhou no time de 1950, junto com Washington, na equipe que fez excelente campanha no primeiro campeonato da era Maracanã.
Maxwell: artilheiro, brilho no campeonato de 1950.
ESQUERDINHA – O ponta esquerda do time do Olaria que fez uma excelente companha em 1950, o primeiro campeonato da era Maracanã.
Esquerdinha, o ponta-esquerda do time de 1950.
MILTON – Goleiro do grande time do Olaria de 1950. Enquanto o grande ataque fazia gols, Mílton fechava a meta bariri.
Milton: o goleiro do grande time de 1950.
CANÁRIO – Um dos melhores pontas-direitas do Brasil. Cria da Bariri, jogou como profissional em 1954, saiu do Olaria para o América e de lá para o Real Madrid, onde foi campeão mundial de clubes jogando com o húngaro Púskas.
Canário: cria da Bariri, acabou no Real Madrid, por onde foi campeão mundial.
LÉO – Goleador, foi vice-artilheiro do Campeonato Carioca de 1955.
Léo: destaque como goleador em 1955.
MAFRA – Zagueiro, jogou quase toda a década de 1960 pelo Olaria, tendo grande identidade com o clube e, como capitão, ainda levantou taça.
Mafra: Jogou no Olaria por quase toda a década de 1960, possuindo grande identidade com o clube. E, como capitão, ainda levantou taça.
CANÉ – Craque e goleador do time de 1962, Cané foi vendido ao Nápoli da Itália, onde se consagrou como jogador e técnico.
Cané: artilheiro que brilhou no início dos anos 1960 e foi vendido para o Nápoli.
CLÁUDIO – Goleiro que brilhou no Olaria em 1961 e 1962 e, depois, no Santos e na seleção brasileira.
Cláudio: da Bariri para a seleção brasileira.
MURILO – Lateral-direito feito no Olaria e que ainda foi para a seleção brasileira. Brilhou no timaço de 1962. Uma das crias mais famosas da Bariri.
Murilo, cria da Bariri, chegou à seleção brasileira. Brilhou no time de 1962.
HAROLDO, O SOMBRA – Zagueiro do consagrado time de 1962, seu apelido não deixa dúvidas: ele era a “sombra” dos atacantes. Em 1963 foi para o Santos, por onde sagrou-se campeão mundial jogando a final contra o Milan.
Haroldo, o Sombra: da Bariri para o mundial de clubes com o Santos.
NAVARRO – Formava a zaga do time de 1962 junto com Haroldo e foi destaque naquele histórico time do Olaria.
Navarro: formou a dupla de zaga com Haroldo em 1962.
NÉLSON: Desde 1959 no Olaria, foi campeão do Torneio Início de 1960 e destaque no time de 1962. Na época, foi cobiçado por vários clubes.
Nélson: Campeão em 1960 e destaque em 1962.
JABURU – Artilheiro do Olaria no campeonato carioca de 1962, Jaburu foi um dos ícones do grande time daquele ano.
Jaburu: o artilheiro do Olaria no grande time de 1962.
RODARTE – Destaque no time de 1962, quando fez a dupla de ataque com Cané, Rodarte foi um dos ídolos daquela época.
Rodarte: brilhou no Olaria em 1962, ao lado de Cané.
ERNANI – Goleiro do time de 1962, teve atuações brilhantes e até heroicas, inclusive jogando grande parte de uma partida contra o Vasco com um braço machucado. E o Olaria venceu o jogo.
O goleiro Ernani brilhou no time de 1962, com atuações heroicas.
ROMEU – O ponta esquerda que brilhou no famoso “Espantalho” de 1962. Craque, tinha um futebol refinado.
Romeu: o ponta-esquerda do time de 1962.
DRUMMOND – Conhecido por ser exímio batedor de pênaltis, foi fundamental na conquista do Torneio Início de 1960 com suas cobranças. Também fez parte do inesquecível time de 1962.
Drummond: o cobrador de pênaltis de 1960, também foi destaque em 1962.
CASEMIRO – Lateral do time de 1962, foi destaque naquele grande time que brilhou no estadual daquele ano.
Casemiro: o lateral-esquerdo que brilhou no time de 1962.
ANTUNES – Grande artilheiro do Olaria em 1968, destacou-se na equipe daquele ano. No jogo de sua estreia, contra o Bangu, marcou os três gols na vitória por 3 a 1.
Antunes: artilheiro em 1968.
FERNANDO PIRULITO – Herói do Olaria em muitos jogos entre 1968 e 1976. Fez parte de vários elencos nesse período.
Fernando Pirulito: Jogador com a pele bariri, deu muitas alegrias aos olarienses.
AFONSINHO – Craque do grande time de 1971, o meia Afonsinho foi eleito naquele ano o melhor jogador do campeonato carioca em sua posição. Entrou para a história por ter ganho na Justiça do Trabalho o passe livre, enfrentando inclusive a ditadura militar. Orgulho dos olarienses, dentro e fora de campo.
Afonsinho: o herói do passe livre brilhou no grande time do Olaria em 1971.
MIGUEL – Zagueiro do time de 1971 que fez história, Miguel foi convocado por Zagallo para a seleção brasileira naquele ano.
Miguel: o zagueiro que foi ídolo do Olaria em 1971 e, nesse mesmo ano, foi convocado por Zagallo para a seleção brasileira.
PEDRO PAULO – Goleiro do timaço de 1971, foi um dos menos vazados em todo o campeonato carioca daquele ano.
Pedro Paulo: um dos goleiros menos vazados em 1971.
ROBERTO PINTO – Meia que foi um craque, brilhou no time de 1971. Também fez parte dos times de 1972, 1973 e 1974. Chegou a acumular as funções de técnico e jogador em 1972.
Roberto Pinto: craque do Olaria entre 1971 e 1974, chegou a acumular a função de técnico.
ALFINETE – Lateral-esquerdo do time de 1971, Alfinete foi cria do Olaria, tendo chegado na Rua Bariri ainda nos juvenis.
Alfinete: o lateral-esquerdo do time de 1971 foi formado na Rua Bariri.
BETO – Goleiro que jogou no time com Garrincha em 1972. Naquele ano, a torcida do Olaria exibia nos estádios uma faixa com os dizeres “Beto 74”, reivindicando que Zagallo o convocasse para a seleção brasileira.
Beto: ele jogou com Garrincha e a torcida olariense o queria na seleção.
MAURO – O zagueiro que personificou a função de capitão do Olaria. Foi o capitão da Taça de Bronze em 1981 e de outras taças conquistadas pelo clube bariri.
Mauro: o capitão da Taça de Bronze.
LUCIANO LIGEIRINHO – Um dos maiores ídolos nos anos 1990, Luciano, apelidado “Ligeirinho”, fez gols que marcaram sua história no Olaria. O gol que marcou em 1999, contra o Fluminense, foi eleito o mais bonito do campeonato carioca.
Ligeirinho: ídolo nos anos 90 e o gol mais bonito do estadual de 1999.
RICARDO BOIADEIRO – Brilhou como artilheiro do Olaria em 2001 e 2003. Comemorava os gols ao estilo “boiadeiro”, girando o laço, e deu muitas alegrias à torcida olariense.
Ricardo Boiadeiro: artilheiro em 2001 e 2003, deu muitas alegrias à torcida olariense.
DARCI – Apelidado de “Darci Cavalo”, foi ídolo e artilheiro do Olaria em 1999, quando deu muitas alegrias e vitórias para a torcida bariri com seus gols.
Darci: ídolo e artilheiro do Olaria em 1999.
CÁSSIO – Goleiro formado na base da Rua Bariri, brilhou na equipe de profissionais de 2002 e 2003, com grandes atuações e defesas de pênaltis decisivos, dando muitas alegrias à torcida olariense.
Cássio: ídolo em 2002 e 2003, com grandes atuações e defesas de pênaltis.
DAVID – Capitão do Olaria em 2010 e 2011, teve grande identidade com o clube e levantou duas taças: Moisés Mathias de Andrade em 2010 e Washington Rodrigues em 2011.
David: capitão em 2010 e 2011.
XANDINHO – Artilheiro em 2021 e 2022, foi o herói do título de campeão da série B1, ao marcar os dois gols do Olaria no jogo final.
Xandinho: o artilheiro bariri em 2021 e 2022.
MACÁRIO – O goleador Macário deu muitas alegrias à torcida do Olaria em 2022 e 2024, marcando gols decisivos dentro e fora da Bariri.
O Estádio Mourão Filho, famoso alçapão da Bariri, no dia do jogo pela Copa do Brasil de 2024 entre Olaria e São Bernardo.
O estádio do Olaria, cujo nome oficial é Antônio Mourão Vieira Filho, foi inaugurado no dia 6 de abril de 1947, durante a presidência de Álvaro da Costa Mello. A construção do estádio foi uma condição para que o Olaria voltasse à primeira divisão, de onde havia sido injustamente afastado em 1937. Na época, foi realizada uma grande campanha para que os olarienses contribuíssem com recursos para a construção daquele que viria a ser um dos estádios mais famosos do Brasil.
Foi então aberto um livro de ouro para registrar as doações e o primeiro a assinar o livro foi o próprio Álvaro da Costa Mello, seguido de Rachid Bunahum e outros olarienses. Ou seja, a construção do estádio do Olaria não contou com qualquer auxílio financeiro dos poderes públicos.
Antes da construção, porém, foi necessária a compra do terreno da Rua Bariri. O terreno foi pago com as contribuições de João Fernandes Ferreira, Rachid Bunahum e Armindo Augusto Ferreira.
Não tardou para que o estádio do Olaria impusesse temor aos adversários e, pouco tempo depois, já era conhecido como “Alçapão da Bariri”, alcunha que se tornou famosa pelo país afora. Até 1971, o campo era paralelo à Rua Bariri, quando teve início a obra de ampliação do estádio e as balizas foram trocadas de posição, com o campo ficando na atual disposição, ou seja, perpendicular à Rua Bariri. A seguir, algumas curiosidades sobre o alçapão mais famoso do Rio de Janeiro:
Colocação da pedra fundamental: A colocação da pedra fundamental do estádio do Olaria aconteceu no dia 23 de abril de 1944, tendo a mesma sido lançada pelo então presidente Sylzed José de Sant’Anna, com a bênção do padre Luiz Mariano da Rocha, da Igreja de São Geraldo
A colocação da pedra fundamental do estádio da Rua Bariri, em 23 de abril de 1944, feita pelo presidente Sylzed José de Sant’Anna Filho, vendo-se ainda o padre Luiz Mariano das Rocha, da Igreja de São Geraldo.Pelo projeto, o campo seria paralelo à Rua Bariri. A partir de 1971, uma obra de reformulação tornou o campo perpendicular à Bariri. Detalhe curioso é que em 1946 já se projetava a construção das piscinas e o parque aquático seria inaugurado em 1965.
Início das obras:Setembro de 1945.
Número de operários na construção: em algumas fases, chegou a contar com 30 operários. No final das obras, em 1947, 22 operários.
Dimensões iniciais do campo:66 X 100 metros.
Inauguração: 6 de abril de 1947.
A construção do Alçapão da Bariri, vendo-se a curva da arquibancada.
Nome oficial do estádio: Antônio Mourão Vieira Filho (médico, educador e político, sua intercessão junto ao poder público sempre foi em prol do Olaria. Foi benemérito e vice-presidente do Conselho Deliberativo do clube).
Mourão Filho, o benfeitor olariense que dá nome ao estádio.
Outras denominações:Alçapão da Bariri, Estádio da Rua Bariri.No passado também era conhecido como “Ratoeira dos Grandes” ou “Cemitério dos Grandes”.
Capacidade de público:Embora a capacidade de público seja de 10.000 pessoas, os protocolos de segurança vigentes subestimam essa capacidade. Assim, segundo o CNEF (Cadastro Nacional de Estádios de Futebol) da CBF, a capacidade oficial do estádio é de 8.300 pessoas e sua capacidade operacional, de 4.980 pessoas.
Maior público:Oficialmente, o maior público já registrado no estádio foi de 10.740 pagantes, no jogo Olaria 4 X 4 Fluminense, no dia 31 de agosto de 1947. Há relatos de públicos maiores do que esse em outros jogos, mas sem nenhuma comprovação oficial. Oficialmente, o público que mais se aproximou desse recorde foi em 20 de março de 1989, no jogo Olaria 1 X 3 Botafogo, quando todos os 10.000 ingressos foram vendidos.
O maior público oficial da história do Alçapão foi no jogo Olaria 4 X 4 Fluminense, em 31 de agosto de 1947.
Primeiro jogo:Fluminense 5 X 4 Vasco da Gama, em 6 de abril de 1947.
As equipes de Vasco e Fluminense formadas no gramado da Bariri no primeiro jogo da história do Alçapão.Flagrante do jogo inaugural do estádio da Rua Bariri entre Fluminense e Vasco, no dia 6 de abril de 1947.A ficha do jogo inaugural do Estádio da Rua Bariri, em 6 de abril de 1947 entre Fluminense e Vasco.
Primeiro gol:Rubinho, do Fluminense, aos 40 minutos do primeiro tempo, contra o Vasco, em 6 de abril de 1947.
Rubinho: autor do primeiro gol da história do Alçapão da Bariri, em 6 de abril de 1947.
Primeiro gol de pênalti:Lelé, do Vasco, em 6 de abril de 1947, contra o Fluminense.
Lelé marcou o primeiro gol de pênalti na história do Alçapão da Bariri, em 6 de abril de 1947.
Primeiro árbitro: Guilherme Gomes, da Federação Metropolitana de Futebol.
Guilherme Gomes: o primeiro árbitro a apitar no alçapão da Bariri.
Primeiro gol do Olaria:Tim, no jogo contra o Flamengo, no dia 10 de agosto de 1947. O primeiro gol do Olaria no Alçapão foi de cabeça, marcado aos 10 minutos do segundo tempo, quando o Flamengo vencia por 2 a 0. O placar final foi 2 a 1 para o time da Gávea.
Tim: o primeiro gol do Olaria no Alçapão da Bariri.
Primeira goleada:Olaria 8 X 3 Bangu, no dia 20 de setembro de 1947, com os gols do Olaria sendo marcados por Limoeirinho (3), Alcino (2), Jorginho (2) e Baiano.
Primeiro jogo interestadual: Olaria 2 X 4 Corínthians, no dia 4 de abril de 1948. Esse jogo foi um amistoso comemorativo do primeiro ano de existência do estádio. A partida também marcou o primeiro confronto entre o Olaria e o Corínthians, que havia sido vice-campeão paulista no ano anterior.
O time do Olaria na Bariri, no primeiro jogo interestadual do estádio contra o Corínthians, em 1948.
Primeiro dos chamados “grandes” a cair no Alçapão:foi o Botafogo, no dia 1º de novembro de 1947, quando o Olaria derrotou o alvinegro pelo placar de 3 a 2.
O primeiro dos chamados grandes a cair no Alçapão da Bariri foi o Botafogo, no dia 1/11/1947: Olaria 3 X 2 Botafogo. Na imagem, Baiano marca o primeiro gol olariense.
Primeiro jogo noturno:O primeiro jogo com refletores no estádio aconteceu em 16 de novembro de 1950. Foi um amistoso entre o Bonsucesso e a Portuguesa Santista, com vitória do rubro-anil pelo placar de 2 a 1.
Primeiro gol noturno:Cidinho, do Bonsucesso, no amistoso contra a Portuguesa Santista, em 16 de novembro de 1950, aos 29 minutos do primeiro tempo.
Cidinho: jogando pelo Bonsucesso, ele marcou o primeiro gol noturno do Alçapão,.
Maior briga em campo: A maior briga da história do Alçapão aconteceu no dia 21 de outubro de 1967, no jogo entre Olaria e América. O jogo não terminou, porque todos os 22 jogadores foram expulsos.
A maior briga no Alçapão: foi em 21 de outubro de 1967, no jogo entre Olaria e América. Todos os 22 jogadores foram expulsos.
Primeiro jogo de Romário pelo Olaria no estádio:Foi no dia 25 de novembro de 1979, na partida de infantis entre Olaria X América. O Olaria goleou por 5 a 1 e Romário marcou seus três primeiros gols oficiais. Segundo o próprio Romário, o primeiro gol oficial de sua carreira foi na baliza à direita das sociais.
O primeiro jogo e o primeiro gol de Romário pelo Olaria na Rua Bariri foi em 25 de novembro de 1979.
Único jogo de Garrincha pelo Olaria na Bariri: Foi no dia 16 de abril de 1972, qaundo o Olaria derrotou o Bangu por 1 a 0. Garrincha ainda jogaria várias partidas pelo Olaria, mas na Bariri essa foi a única, porque naquela época o Olaria jogava muito no Maracanã e em outros estádios.
O único jogo de Garrincha pelo Olaria na Bariri foi contra o Bangu, em 16 de abril de 1972.
Cenas inusitadas mais lembradas:Uma delas foi no dia 14 de agosto de 1955 no jogo entre Olaria e Fluminense, quando Olavo, do Olaria, deu uma carreira no árbitro Antônio Musitano e o perseguiu, fazendo o juiz da partida correr em ziguezague no gramado da Bariri.
Em 1955, na Bariri, Olavo persegue o árbitro Antônio Musitano, que corre desesperadamente.
No dia 30 de abril de 2000, outra cena rocambolesca aconteceu no Alçapão. Foi durante o jogo Olaria X Americano. O Olaria vencia por 1 a 0 e o jogo se aproximava do fim quando o folclórico cidadão de nome José Moura, o famoso “Beijoqueiro”, invadiu o gramado e, com uma lata de coca-cola amassada, simulou um cartão vermelho e “expulsou” o árbitro José Roberto de Souza.
O Beijoqueiro: ele invadiu o gramado da Bariri e “expulsou” o árbitro da partida Olaria X Americano, em 2000.
Outra cena inusitada muito lembrada aconteceu no dia 28 de setembro de 2003, no jogo Olaria 1 X 0 Bangu pela série C do Brasileiro. Torcedores do Olaria conseguiram subtrair a garrafa de água do goleiro do Bangu, que estava atrás do gol, e trocaram o líquido do recipiente por urina. Então, quando foi beber o que pensava ser água, o infortúnio do goleiro banguense foi inevitável.
A partir de 1954, quando realizou a sua primeira excursão ao exterior dando a volta ao mundo, o Olaria se internacionalizou. Depois de 1954, várias outras excursões aconteceram e o Olaria ficaria conhecido pelos quatro cantos do mundo.
Confira os países em que o Olaria esteve presente com sua equipe de futebol e os respectivos anos:
Os países em que o time de futebol profissional do Olaria já atuou estão assinalados com os marcadores em azul.
Turquia – 1954.
Líbano – 1954.
Alemanha – 1954 e 1983.
Inglaterra – 1954.
França – 1954 e 1983.
Espanha – 1954, 1967 e 1995.
Estados Unidos – 1954.
Colômbia – 1954 e 1962.
Equador – 1954.
México – 1962.
Honduras – 1962.
Jamaica – 1962.
Peru – 1962.
Suriname – 1964.
Guiana Francesa – 1964.
Coreia do Sul – 1970.
Hong Kong – 1970.
Indonésia – 1970.
Irã – 1970.
Tunísia – 1983.
Bulgária – 1983.
Haiti – 1991.
Costa do Marfim – 1967.
Benin – 1967.
Gabão – 1967.
Congo – 1967.
Etiópia – 1967.
A delegação do Olaria chega em Istambul, na Turquia, primeira etapa da volta ao mundo em 1954.A equipe do Olaria em Mannheim, Alemanha, em 1954.Em Londres, a troca de flâmulas entre os capitães do Olaria, Moacir, e do West Ham, Allison, na excursão de 1954.No Líbano, o time do Olaria entra no gramado, na excursão de 1954.Equipe do Olaria em Las Palmas, Ilhas Canárias, na excursão de 1954.A delegação do Olaria no aeroporto de Kingston, Jamaica. na excursão de 1962, vendo-se os dirigentes Waldyr Vital e Norberto de Alcântara.O time do Olaria na Indonésia, durante a excursão por países asiáticos em 1970.O time do Olaria, e o quadro adversário na excursão a países asiáticos em 1970.Flagrante de um jogo na excursão à Ásia em 1970.Em Hong-Kong, durante a excursão de 1970, o vice-presidente de futebol do Olaria, Joaquim Teixeira, coloca um escudo do Olaria na lapela do dirigente local.Na Indonésia, o vice-presidente Joaquim Teixeira com os jogadores do Olaria, vendo-se ainda um dirigente local.O Olaria na Bulgária, durante a excursão realizada em 1983.O time do Olaria no Haiti, em 1991.Equipe do Olaria no Haiti, em 1991.No Haiti, o presidente Abrahão Gomes do Nascimento, à esquerda, e atletas junto a um representante local.
TODOS OS JOGOS INTERNACIONAIS DO OLARIA
ANO: 1954 – EUROPA, ÁSIA, AMÉRICA DO NORTE, AMÉRICA DO SUL
Olaria 0 X 1 Fenerbach
Olaria 0 X 2 Besiktas
Olaria 4 X 3 Adalet
Olaria 0 X 0 Galatassaray
Olaria 4 X 1 Selecionado do Líbano
Olaria 3 X 3 Waldof Mannheim
Olaria 2 X 3 Waldof Mannheim
Olaria 3 X 4 Kichers
Olaria 1 X 2 Racing de Estrasburgo
Olaria 0 X 0 West Ham
Olaria 1 X 1 Chelsea
Olaria 1 X 2 Hessesn
Olaria 3 X 1 Schwarz-Weiss
Olaria 2 X 2 Hessen
Olaria 2 X 3 Schweinfurt
Olaria 0 X 0 Nimes
Olaria 1 X 4 Atlético de Madrid
Olaria 3 X 1 Celta de Vigo
Olaria 0 X 3 Union Desportive
Olaria 2 X 2 Union Desportive
Olaria 5 X 2 Tenerife
Olaria 1 X 3 Troyes
Olaria 6 X 0 Seleção de Nova Iorque
Olaria 2 X 2 Rot Weiss
Olaria 1 X 4 Rot Weiss
Olaria 0 X 1 Rot Weiss
Olaria 1 X 1 Rot Weiss
Olaria 4 X 3 Independiente de Santa Fé
Olaria 2 X 5 Independiente de Santa Fé
Olaria 2 X 6 Emelec
ANO: 1962 – AMÉRICA DO NORTE, AMÉRICA CENTRAL, AMÉRICA DO SUL
Olaria 3 X 1 León
Olaria 2 X 3 Monterrey
Olaria 0 X 1 Atlas
Olaria 7 X 1 Seleção Amadora de Honduras
Olaria 1 X 1 Seleção Amadora de Honduras
Olaria 7 X 1 Seleção da Jamaica
Olaria 11 X 1 Seleção da Jamaica
Olaria 2 X 2 Milionários
Olaria 1 X 1 Deportivo Cali
Olaria 1 X 3 Milionários
Olaria 2 X 2 Milionários
Olaria 4 X 2 Unión Magdalena
Olaria 1 X 0 Alianza Lima
ANO: 1964 – AMÉRICA DO SUL
Olaria 0 X 4 Transvaal (Suriname)
Olaria 2 X 0 Robin Hood (Suriname)
Olaria 1 X 1 Robin Hood (Suriname)
Olaria 3 X 3 Saint George (Guiana Francesa)
Olaria 2 X 0 Combinado Local (Guiana Francesa|)
Olaria 4 X 3 Racing (Guiana Francesa)
ANO: 1967 – ÁSIA
Olaria 1 X 1 White Tiger (Seleção B da Coreia do Sul)
Olaria 1 X 1 Blue Dragon (Seleção A da Coreia do Sul)
Olaria 0 X 0 Blue Dragon (Seleção A da Coreia do Sul)
Olaria 2 X 2 Combinado Chinês
Olaria 2 X 0 combinado Chinês
Olaria 1 X 0 Pardedetex-Medan (Indonésia)
Olaria 2 X 1 Persidja (Indonésia)
Olaria 4 X 1 Seleção de Jacarta de Jacarta
Olaria 1 X 2 Seleção da Indonésia
Olaria 1 X 1 OGHAB (Irã)
Olaria 3 X 1 Peikan
Olaria 1 X 0 PASS
Olaria 1 X 2 TAJ (Irã)
ANO: 1983 – EUROPA E ÁFRICA
Olaria 0 X 1 Bordeaux (França)
Olaria 1 X 1 Seleção Júnior da Arábia Saudita (jogo em Túnis)