O elenco infanto-juvenil do Olaria de 1972. Em pé, da esquerda para a direita: Waldir, Marquinhos, Flávio, Tales, Zé Roberto, Russo, Nilson, Maninho e Beto. Agachados, na mesma ordem: Clesio, Renato, Natal, Zé Carlos, Haroldo, Gilson, Wellington e Luiz Carlos.
O “Memórias da Bariri” de hoje relembra o grande time infanto-juvenil do Olaria de 1972. Era uma época em que a Rua Bariri produzia muitos craques. O elenco que aparece na foto tinha como técnico um dos melhores da época em categorias de base: Joanias Fontes. Em 1972, comandava o Departamento Infanto-Juvenil Cléo Acker e o diretor era Domingos Gonçalves, mais conhecido como Dominguinhos.
É interessante notar como, em 1972, a camisa listrada, lançada em 1970, já havia sido adotada por todas as categorias não apenas do futebol, mas também do basquete. A camisa listrada ficou marcada na história do Olaria por ser a camisa vestida por Garrincha no mesmo ano de 1972.
O infanto-juvenil era, na época, também chamado de “Escolinha” e era daí que saíam os atletas para a categoria juvenil. Como a Federação, na época, não promovia competições de infanto-juvenil, o próprio Olaria organizava torneios amistosos e, assim, a “Escolinha Bariri” se tornava um grande celeiro de craques. A tradição do Olaria, de fazer craques em casa, é muito antiga e, em 1972, o infanto-juvenil era uma prova dessa tradição.
A equipe do Olaria no Estádio Romeirão em Juazeiro do Norte, Ceará, quando Garrincha marcou o último gol de sua carreira. Em pé, da esquerda para a direita: Aluísio, Fernando Pirulito, Mário Tito, Pedro Paulo, Altivo e Mineiro. Agachados, na mesma ordem: Garrincha, Ézio, Roberto Pinto, Salvador e Robertinho.
Atuando pelo Olaria, Garrincha marcou dois gols. O primeiro deles já foi até objeto de matéria na emissora de TV ESPN, quando Garrincha assinalou um dos gols olarienses no empate em 2 a 2 no amistoso contra o Comercial de Ribeirão Preto no dia 23 de março de 1972. Mas esse não foi, como muitos pensam, o único gol do Anjo das Pernas Tortas pelo Olaria.
O dia era 21 de abril de 1972 e o Olaria viajou até Juazeiro do Norte, no Ceará, para fazer um amistoso contra uma seleção local, formada por jogadores do Guarani e Icasa. O palco da partida foi o famoso Estádio Mauro Sampaio, mais conhecido como “Romeirão”. Nesse Jogo, Garrincha marcaria o último gol de sua carreira. O jornal O Globo, de 24 de abril de 1972, publica uma pequena matéria sobre esta partida. O Olaria foi derrotado por 3 a 1 e o gol olariense foi marcado por Garrincha.
Naquele dia, os torcedores da cidade de Juazeiro do Norte não imaginavam que aquele jogo entraria para a história como o jogo em que Garrincha marcaria o último gol de sua carreira, até porque ele ainda faria vários jogos pelo Olaria. Mas aquele seria o último jogo em que Garrincha balançaria a rede.
O jogo entrou para a história da cidade cearense, entrou para a história de Garrincha e, claro, entrou para a história do Olaria: foi com a camisa do clube bariri que Garrincha marcou o seu último gol.
Garrincha no Romeirão, no dia em que marcou o último gol de sua carreira. Note-se o estádio completamente lotado.Estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte: Aqui Garrincha, com a camisa do Olaria, marcou o último gol de sua carreira.
O time do Olaria que enfrentou o Corínthians na Bariri em 1948. O jornal Diário de Notícias deu grande destaque ao jogo Olaria X Corínthians na Bariri em 1948.
Em abril de 1948, o estádio do Olaria completava um ano de existência. E para celebrar a data, o clube da Rua Bariri convidou o Corínthians para um amistoso no Alçapão. O jogo comemorativo aconteceu no dia 4 de abril de 1948. A equipe paulista tinha sido vice-campeã no ano anterior e seria, assim, um adversário à altura para o Olaria. Aquele seria o primeiro confronto na história entre Olaria e Corínthians.
A equipe do Olaria era muito boa, como a própria imprensa à época afirmava. Porém, naquele dia, a vitória foi dos corintianos pelo placar de 4 a 2 , com Bode (2), Noronha e Severo marcando para o Corínthians e Alcino e Limoeiro marcando para o Olaria.
A Revista do Olaria de maio de 1948 comentou o jogo, afirmando que “o Corínthians mostrou, em poucos minutos de jogo, que não seria adversário fácil”.
A renda desse histórico jogo foi de 32.990 cruzeiros e, pelas fotos publicadas na imprensa, dá para perceber que o estádio da Rua Bariri estava lotado e os veículos de comunicação da época deram grande destaque para esse primeiro confronto entre olarienses e conrintianos.
Manchete do jornal Gazeta de Notícias sobre a visita do Corínthians ao Olaria. Note-se que, apenas um ano após sua inauguração, o estádio já eram conhecido como “alçapão”.O jornal Diário da Noite fez ampla cobertura da partida do Olaria contra o Corínthians na Bariri.
Vista do estádio Santiago Bernabéu em 1954, quando o Olaria lá esteve.
Estádio Santiago Bernabéu, a casa do Real Madrid. Um dos estádios mais famosos do mundo, onde atualmente craques consagrados do futebol se apresentam, e não apenas os craques da equipe madrilenha. O dia era 16 de maio de 1954 e, naquela data, o Olaria entraria para a história por se apresentar naquele que hoje é um dos estádios mais famosos do mundo. Na ocasião, o Olaria realizava a excursão da volta ao mundo e teria pela frente não os donos da casa, mas um outro grande adversário local: o Atlético de Madrid.
Porém, além de enfrentar o grande adversário espanhol, o Olaria já chegava no país ibérico dando uma prova de resistência. Segundo o jornalista da delegação bariri, Moisés Simas, o Olaria, que vinha da França, levou 32 horas de viagem para atravessar os Pirineus (cordilheira que separa a Espanha da França). Após a longa viagem, com o time quase sem dormir, o Olaria chegou em Madrid na véspera do jogo.
Em campo, o Olaria seria derrotado pelo Atlético de Madrid por 4 a 1, com gols de Antonio (3) e Escudero para o time espanhol, descontando o artilheiro Washington para a equipe olariense. Lembrando que, além do desgaste físico sofrido pelo Olaria, o Atlético de Madrid tinha em sua equipe quatro jogadores da seleção espanhola: Mujica, Martim, Miguel e Silva. Cerca de 70 mil pessoas presenciaram a partida, que entraria para a história como a única visita do Olaria à casa do Real Madrid, sendo que o estádio naquele ano já tinha capacidade para 125 mil pessoas.
Nesse dia, o Olaria entraria para a história como um dos pouquíssimos times brasileiros que atuaram no Santiago Bernabéu.
Washington: ele marcou o único gol do Olaria no Santiago Bernabéu.O Jornal dos Sports, do dia 16/5/1954,destacou o jogo do Olaria no Santiago Bernabéu.
O dia era 25 de julho de 1948, um domingo. Naquele dia o grande time do Vasco, chamado à época de “Expresso da Vitória”, enfrentaria o Olaria no lendário Alçapão da Bariri. Na época, era comum a Federação do Rio contratar árbitros ingleses com o objetivo de “moralizar” a arbitragem. E o escalado para apitar na Bariri naquele dia foi Cyril John Barrick, mais conhecido como Mr. Barrick. Mas o ilustre árbitro britânico não imaginava o que o aguardava naquele longínquo domingo no velho Alçapão. Ao perceber a pressão dos olarienses, Mr. Barrick afirmou que só iniciaria a partida com a presença de dois choques da temida Polícia Especial, chefiada por Mário Vianna. Polícia Especial era sinônimo de “meta a porrada!”
Na época, o Olaria tinha um grupo de torcedores conhecido como “Terceiro Time”. Foi a primeira torcida organizada do Olaria de que temos notícias. O Terceiro Time era formado por uma turma de aproximadamente 40 taxistas, que se encontravam na estação de Olaria e, dali, iam para a Bariri. O chefe do grupo era um cidadão muito forte, conhecido como “Meningite”.
O jogo começou e, após uma marcação contra o Olaria, Meningite invadiu o gramado. Começava ali o infortúnio do dileto árbitro britânico. A Bariri estava lotada e há quem fale em inacreditáveis 30 mil pessoas no estádio. Meningite, então, partiu para cima do juiz inglês e teve que ser contido. O supertime do Vasco penou para ganhar de 3 a 2 mas, ao final do jogo, a torcida olariense comandada por Meningite invadiu o campo e avançou em Mr. Barrick. A polícia e diretores do Olaria tiveram que proteger o árbitro contra a ira dos olarienses, inconformados com a atuação do inglês. Tudo indica que apenas a qualidade do ótimo time do Vasco não teria sido suficiente para derrotar os bariris no Alçapão.
Mas a perseguição continuou. Mr. Barrick saiu escoltado da Rua Bariri e ainda teve que fugir pela linha do trem, perseguido pela fúria de Meningite e seus comandados.
Mr. Barrick faleceu em 1976. Mas quando voltou para sua terra, o nobre árbitro inglês ainda teve muito tempo para falar, no país inventor do futebol, sobre sua desventura na famosa Rua Bariri.
Mister Barrik: em 1948 ele comeu o pão que o diabo amassou na Rua Bariri e ainda teve que fugir pela linha do trem.
O time do Olaria de 1947, no gramado do Alçapão, apelidado pela mídia da época de “Fantasma da Bariri”. Dentro ou fora da Bariri, essa equipe causou muitos estragos nos seus adversários.
Em 1947 o Olaria inaugurava o seu estádio, o velho e temido “Alçapão da Bariri”. O estádio, tamanho o estrago imposto sobre muitos adversários, inclusive poderosos, também ficaria conhecido como “Cemitério dos Grandes” e “Ratoeira dos Grandes”. Por muito tempo, vencer o Olaria no Alçapão era uma tarefa das mais difíceis e, quando isso acontecia, o custo era alto.
Porém, em 1947, não apenas o recém-inaugurado Alçapão era um fator que pesava para as vitórias do Olaria. Naquele ano, depois de ter ficado fora da primeira divisão por um golpe imposto em 1937, o Olaria retornava à divisão principal, com seu estádio e com um grande time. Era o time que tinha craques como Leleco, Baiano, Ananias, Spinelli, Limoeirinho e que assombrava seus adversários, fosse dentro ou fora da Bariri. A mídia logo encontrou um apelido para o esquadrão olariense daquele ano: Fantasma da Bariri. No Campeonato Carioca daquele ano, dos 20 jogos disputados, o Olaria perdeu apenas 5.
Na campanha olariense de 1947, alguns resultados merecem destaque, como a esmagadora goleada de 8 a 3 sobre o Bangu na Bariri; a histórica vitória sobre o Flamengo por 1 a 0, em plena Gávea, com gol de Spinelli; o empate em 3 a 3 com o campeão Vasco dentro de São Januário; o empate em 4 a 4 com o Fluminense na Bariri; e ainda, a vitória de 3 a 2 sobre o Botafogo na Bariri, o que faria o clube alvinegro entrar para a história por ter sido o primeiro dos chamados “grandes” a cair no Alçapão.
Enfim, o Fantasma da Bariri de 1947, enquanto assustava e detonava seus adversários, ao mesmo tempo alegrava e orgulhava seus torcedores. A temida Rua Bariri, aliada ao timaço do Olaria, gerou o fantasma azul e branco que, para sempre e com muito orgulho, ficará na memória de todos os olarienses.
No Maracanã, o capitão Sérgio com a Taça de campeão do Torneio Início de 1960, vendo-se ainda o presidente da CBD, João Havelange, que entregou a taça, e o presidente José de Albuquerque.
Hoje é um dia especial na história do Olaria. Há exatos 65 anos, no dia 17 de julho de 1960, o Olaria conquistava, no Maracanã, o Torneio Início e, assim, se sagrava o primeiro campeão do recém-criado Estado da Guanabara. O Torneio Início era uma tradição que, no Rio de Janeiro, terminou em 1977. Era um verdadeiro festival de futebol, em que os clubes, em jogos eliminatórios, poderiam ir logo embora ou ficar até a final, para alcançar a glória. O Olaria já tinha “batido na trave” duas vezes, quando foi vice em 1947 e 1948, tendo perdido respectivamente para Vasco e Botafogo. Mas naquele ano de 1960 a equipe bariri iria às forras, pois eliminou os dois em sua jornada para o título.
Naquele Torneio Início de 1960, o regulamento previa jogos com dois tempos de 10 minutos. Em caso de empate, a disputa iria para os pênaltis, para definir quem avançava.
No primeiro jogo daquele 17 de julho o Olaria derrotou a Portuguesa por 2 a 1, gols de Valter e Jaburu para o time bariri. Classificado, o próximo adversário foi o Botafogo. Placar final de 1 a 1, com Drummond marcando o gol olariense. Nos pênaltis, vitória do Olaria. O terceiro adversário foi o Vasco e o jogo valia vaga para a final. No tempo de bola rolando, novo empate de 1 a 1, com Jaburu marcando para o Olaria. Nos pênaltis, nova vitória bariri. O Olaria estava na final.
A grande decisão foi contra o Fluminense e, pelo regulamento, seriam dois tempos de 30 minutos. E o Olaria não teve problemas para derrotar o tricolor por 2 a 0, com gols de Jaburu e Petit.
O Olaria sagrava-se, assim, campeão do Torneio Início de 1960 e o primeiro campeão do Estado da Guanabara.
Comandados pelo técnico Délio Neves, atuaram naquela histórica conquista do Olaria: Antoninho (goleiro), Murilo, Sérgio, Nélson, Haroldo, Casemiro, Valter, Jaburu, Tião, Drummond, Da Silva, Jurandir, Tião e Petit.
O momento em que João Havelange entrega a taça de campeão do Torneio Início de 1960 ao capitão do Olaria, Sérgio.Flagrantes de dois jogos do Torneio Início de 1960 com a comemoração de gols da equipe. Note-se que, naquele dia, o Olaria atuou com dois uniformes diferentes. Fotos: Jornal do Brasil.
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QUIZ NÚMERO 5
1) Em que rua foi fundado o Olaria?
A – Bariri.
B – Cândido Silva.
C – Filomena Nunes.
D – Leopoldina Rego.
2) Qual o governador de Pernambuco que entregou a Taça de Bronze ao capitão do Olaria, Mauro?
A – Roberto Magalhães.
B – Marco Maciel.
C – Eraldo Gueiros.
D – Miguel Arraes.
3) Qual o árbitro que apitou o jogo inaugural do estádio da Rua Bariri, entre Fluminense e Vasco, no dia 6 de abril de 1947?
A – Geraldo Fernandes.
B – Alberto Gama Malcher.
C – Mário Vianna.
D – Guilherme Gomes.
4) Qual dos técnicos do Olaria abaixo não foi também jogador do clube da Rua Bariri?
A – Roberto Pinto.
B – Antônio Lopes.
C – Antunes.
D – Alcir Portela.
5) Em que ano o Olaria foi campeão do Torneio Fernando Rufino?
A – 1966.
B – 1967.
C – 1968.
D – 1969.
6) Que jogador marcou o primeiro gol do Olaria em campeonatos brasileiros, no ano de 1973?
A – Carlos Antônio.
B – Ézio.
C – Fernando Pirulito.
D – Gessê.
7) Que jogador do Olaria entrou para a história por ter dado uma carreira no árbitro Antônio Musitano na Rua Bariri, em 1955?
A – Dodô.
B – Alcino.
C – Maxwell.
D – Olavo.
8) Que goleiro iniciou sua carreira profissional no Olaria, se consagrou no Fluminense, foi convocado para 4 Copas do Mundo e foi técnico do Olaria em 1968?
A – Cláudio.
B – Félix.
C – Castilho.
d – Jorge Vitório.
9) Qual dos jogadores abaixo, que vestiram a camisa da seleção brasileira, não jogou nos profissionais do Olaria?
A – Ricardo Rocha.
B – Garrincha.
C – Charles Guerreiro.
D – Dunga.
10) Em que ano o Olaria foi vice-campeão estadual da primeira divisão?
A – 1931.
B – 1932.
C – 1933.
D – 1934.
QUIZ NÚMERO 4
1) Em que ano, pela primeira vez o estádio da Rua Bariri teve refletores?
A – 1950.
B – 1960.
C – 1965.
D – 1996.
2) No Campeonato Estadual de 1971, o grande time do Olaria não perdeu para o Fluminense, campeão daquele ano. Foram dois jogos e dois empates contra o tricolor. Quais os placares?
A – 0 a 0 e 3 a 3.
B – 0 a 0 e 2 a 2.
C- 1 a 1 e 2 a 2.
D – 1 a 1 e 3 a 3.
3) Que jogador campeão da Taça de Bronze pelo Olaria em 1981, foi transferido naquele mesmo ano para o Flamengo, por onde se sagrou campeão da Libertadores?
A – Ricardo.
B – Orlando.
C – Zeíca.
D – Chiquinho.
4) Em que anos o Olaria participou do Campeonato Brasileiro da primeira divisão?
A – 1971 e 1972.
B – 1972 e 1973.
C – 1973 e 1974.
D – 1974 e 1975.
5) Qual o único ano em que o Olaria disputou o Torneio Rio-São Paulo?
A – 1960.
B – 1961.
C – 1962.
D – 1963.
6) Em que ano o Olaria passou a adotar as cores azul e branca?
A – 1915.
B – 1920.
C – 1925.
D – 1930.
7) Quantas vezes Pelé jogou contra o Olaria?
A – Nenhuma.
B – Uma.
C – Duas.
D – Três.
8) Quem era o capitão do Olaria na conquista do Torneio Início de 1960, que levantou a taça no Maracanã?
A – Casemiro.
B – Murilo.
C – Navarro.
D – Sérgio.
9) Em 1954, quando realizou a excursão da volta ao mundo, qual o primeiro país em que o Olaria jogou?
A – Turquia.
B – Líbano.
C – Luxemburgo.
D – Alemanha.
10) Em que estádio o capitão Mauro levantou a Taça de Bronze em 1981?
A – Aflitos.
B – Ilha do Retiro.
C – Arruda.
D – Salgueirão.
QUIZ NÚMERO 3
1) Quem é o Presidente de Honra do Olaria?
A – Álvaro da Costa Mello.
B – João Fernandes Ferreira.
C – Alberto Trigo.
D – Mourão Filho.
2) Na excursão da volta ao mundo, em 1954, contra qual das equipes abaixo o Olaria não jogou?
A – Galatassaray.
B – West Ham.
C – Real Madrid.
D – Rot Weiss.
3) Qual time sofreu a primeira goleada do Olaria no Maracanã, em 1950, ao ser massacrado pela equipe bariri por 5 a 0?
A – Flamengo.
B – Fluminense.
C – Vasco.
D – Botafogo.
4) Em que ano aconteceu a maior pancadaria na Rua Bariri, no jogo entre Olaria e América, quando os 22 jogadores foram expulsos?
A – 1964.
B – 1965.
C – 1966.
D – 1967.
5) Em 1950, ano do primeiro campeonato carioca da Era Maracanã, o Olaria chegou em quinto lugar, à frente de Flamengo e Fluminense. Quem era o técnico do Olaria?
A – Duque.
B – Délio Neves.
C – Jair Boaventura.
D – Domingos da Guia.
6) Em 2010, contra qual equipe o Olaria estreou a sua camisa quadriculada, também chamada na época de “camisa croata”?
A – Flamengo.
B – Vasco.
C – Botafogo.
D – Fluminense.
7) Qual o goleiro do Olaria que, em 1989, no jogo contra o Vasco na Rua Bariri, defendeu o pênalti cobrado por Geovani, quando o Olaria jogou com dois atletas a menos, garantindo o empate em 0 a 0?
A – Ica.
B – Cássio.
C – Vagner.
D – Alex.
8) Em 1981, qual foi o primeiro adversário do Olaria na Taça de Bronze?
A – Paranavaí.
B – Dom Bosco.
C – São Borja.
D – Colatina.
9) Nélson, meia que brilhou no timaço do Olaria de 1962, foi transferido para o Flamengo e depois jogou em qual clube mexicano?
A – Monterrey.
B – Chivas Guadalajara.
C – Atlas.
D – Tigres.
10) Em 1931 o Olaria foi campeão invicto da segunda divisão, ascendendo pela primeira vez à divisão principal. Nesse campeonato, quantos jogos consecutivos o Olaria ficou sem perder?
A – 26.
B – 28.
C – 30.
D – 32.
QUIZ NÚMERO 2
1) Qual jogador marcou, de bicicleta, o golaço da vitória do Olaria sobre o Santos por 2 a 1, em plena Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro de 1973?
A – Tanesi.
B – Jair Ganso.
C – Jair Pereira.
D – Joel.
2) Dos clubes abaixo, que participaram da Primeira Copa de Clubes da FIFA em 2025, contra qual deles o Olaria nunca jogou?
A – Chelsea.
B – Monterrey.
C – Atlético de Madrid.
D – PSG.
3) Quem foi o primeiro presidente do Olaria?
A – Hermogêneo Vasconcellos.
B – Sylzed Sant’Anna.
C – Alberto Trigo.
D – Carolino Arantes.
4) O atual escudo do Olaria foi desenhado, em 1920, por um associado que tinha como apelido:
A – Querosene.
B – Gasolina.
C – Petróleo.
D – Álcool.
5) Quem marcou, em 2025, contra o ABC, o primeiro gol do Olaria na história da Copa do Brasil?
A – Jajá.
B – Cipriano.
C – Rhyan.
D – Manga.
6) Quantos gols Garrincha marcou jogando pelo Olaria em 1972?
A – Nenhum.
B – 1.
C – 2.
D – 3.
7) Antunes, o irmão de Zico, foi técnico dos profissionais do Olaria em que ano?
A – 1982.
B – 1983.
C – 1984.
D – 1985.
8) Qual foi o primeiro dos chamados “grandes” a cair no Alçapão da Bariri?
A – Flamengo.
B – Vasco.
C – Fluminense.
D – Botafogo.
9) Quem é o Patrono do Olaria?
A – Mourão Filho.
B – João Fernandes Ferreira.
C – Álvaro da Costa Mello.
D – Rachid Bunahum.
10) Que jogador do Olaria foi convocado por Zagallo, em 1971, para a seleção brasileira?
A – Afonsinho.
B – Miguel.
C – Roberto Pinto.
D – Alfinete.
QUIZ NÚMERO 1
1) Em que ano foi inaugurado o Estádio Mourão Filho, o popular “Alçapão da Bariri”?
(A) 1945. (B) 1946. (C) 1947. (D) 1948.
2) Quem foi o técnico do Olaria na excursão da volta ao mundo em 1954?
8) Em 1954 o Olaria enfrentou o Chelsea, em Luxemburgo. Qual foi o placar?
(A) 1 a 1. (B) 0 a 0. (C) 2 a 2. (D) 3 a 3.
9) Qual jogador, cria da Bariri, que era ponta-direita, jogou nos profissionais do Olaria em 1954 e em 1960 foi campeão mundial pelo Real Madrid jogando ao lado de Puskás?
10) Que jogador do Olaria, que brilhou na Bariri em 1962, foi transferido para o Nápoli e nesse clube italiano se tornou o primeiro negro a ser atleta e técnico de futebol na Itália?
Até 1956 o Olaria não possuía sócios-proprietários. Foi nesse ano, durante a gestão do presidente Alberto Trigo, que foi lançada a primeira série de títulos. A finalidade do lançamento dos títulos era a construção da nova sede, onde hoje é o salão social.
O dia era 6 de maio de 1956. Naquele domingo, um evento que entraria para a história do Olaria aconteceria na parte da tarde: o sorteio dos títulos de sócios-proprietários. A partir daquela data, todos poderiam, então, ser “donos” do Olaria. O lançamento e o sorteio dos títulos foi considerado, à época, como o primeiro grande passo para o engrandecimento da bandeira azul e branca. E por que o sorteio? Porque todos queriam ser o número 1!
Então, todos os compradores tiveram que participar do sorteio que definiria a numeração do título de cada um. Inicialmente foram lançados 185 títulos e quem foi sorteado com o título número 1 foi o Sr. Antônio da Costa Novaes, também conhecido como “Antônio Açougueiro”. Inicialmente foram 185 títulos. Essa primeira série foi fundamental para a construção da sede da Rua Bariri, que através do tempo foi muito mudada, mas que tem como destaque o salão social. O Olaria já tinha estádio, inaugurado em 1947. Agora, teria uma nova sede.
E, em 1960, sob a gestão de José de Albuquerque, uma nova série de títulos seria lançada, para a compra do terreno onde hoje é a Plínio Bastos (o terreno foi comprado do antigo Matadouro) e, também, para a construção do parque aquático, inaugurado em 1965.
Abaixo, o documento histórico com os números dos 185 primeiros sócios-proprietários do Olaria. Muitos desses títulos já foram transferidos, a maioria para familiares, principalmente em razão do falecimento de seus titulares. Porém, alguns ainda permanecem como sócios-proprietários desde 1956. A lista contém alguns nomes de ex-presidentes e até do Patrono Mello (O número 4 foi Othon da Silva e Souza, o número 10 foi Jorge Raed, o número 13 José de Albuquerque, o número 51 Edmundo dos Santos, o número 104 Leibnitz Miranda, o número 111 Gelmirez de Mello, o número 119 Alberto Trigo, o número 133 Álvaro da Costa Mello).
A lista completa dos 185 primeiros “donos do Olaria” foi publicada no Olaria em Revista de junho de 1956: